Gilmar Mendes pede a Moraes a inclusão de Zema no inquérito das Fake News
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu ao também ministro Alexandre de Moraes que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), seja investigado no inquérito das fake news.
A informação divulgada pela “Folha de S.Paulo” foi confirmada pelo blog pelo próprio Gilmar Mendes.
O pedido ocorre após declarações públicas de Zema com críticas ao Supremo e ao sistema democrático, feitas nos últimos dias, em meio ao debate político nacional.
Segundo aliados do ministro, Gilmar avaliou que as falas extrapolaram o campo da crítica política e podem se encaixar no escopo do inquérito que apura a disseminação de desinformação e ataques às instituições.
O inquérito das fake news está sob relatoria de Alexandre de Moraes e concentra investigações sobre ações coordenadas para desacreditar o Judiciário, atacar ministros da Corte e questionar o processo democrático.
Interlocutores do Supremo avaliam que o pedido reforça uma leitura majoritária na Corte de que governadores e outras autoridades eleitas não estão imunes à responsabilização quando discursos públicos ultrapassam os limites da crítica institucional e passam a alimentar campanhas de desinformação ou ataques sistemáticos aos poderes da República.
– Esta reportagem está em atualização
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu ao também ministro Alexandre de Moraes que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), seja investigado no inquérito das fake news.
A informação divulgada pela “Folha de S.Paulo” foi confirmada pelo blog pelo próprio Gilmar Mendes.
O pedido ocorre após declarações públicas de Zema com críticas ao Supremo e ao sistema democrático, feitas nos últimos dias, em meio ao debate político nacional.
Segundo aliados do ministro, Gilmar avaliou que as falas extrapolaram o campo da crítica política e podem se encaixar no escopo do inquérito que apura a disseminação de desinformação e ataques às instituições.
O inquérito das fake news está sob relatoria de Alexandre de Moraes e concentra investigações sobre ações coordenadas para desacreditar o Judiciário, atacar ministros da Corte e questionar o processo democrático.
Interlocutores do Supremo avaliam que o pedido reforça uma leitura majoritária na Corte de que governadores e outras autoridades eleitas não estão imunes à responsabilização quando discursos públicos ultrapassam os limites da crítica institucional e passam a alimentar campanhas de desinformação ou ataques sistemáticos aos poderes da República.
– Esta reportagem está em atualização
