
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em meio a força-tarefa de fiscalização e monitoramento dos combustíveis, apreendeu montante alarmante de gasolina adulterada com solvente em São Paulo: mais de 300 mil litros foram apreendidos em por na última semana.
A apreensão foi dentre os dias 13 e 17 de abril e só na capital paulista foram fiscalizados 44 postos de combustíveis com a apreensão robusta de exatos 352.027 litros de gasolina adulterada. A operação foi em 14 estados e no Distrito Federal.
Segundo a ANP, a ação faz parte do cronograma rigoroso, tendo como base as medidas contigenciais do governo federal para garantir a qualidade do combustível que chega ao consumidor e a precisão das bombas nos postos de combustíveis.
Força tarefa em São Paulo
Municípios paulistas também foram alvos da fiscalização: Piracicaba, Mogi das Cruzes, Guarulhos, Campinas, Cesário Lange, Mogi das Cruzes, Palmital e São Manuel. Segundo informações da ANP, o foco no interior foi em “práticas de preços abusivos”.
Além da apreensão dos milhares de gasolina adulterada, a ANP juntamente ao Procon-SP e Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-SP) realizaram quatro autos de infração e três de interdição a postos de combustíveis que segundo a agência estes foram “por motivos diversos”.
Crise no exterior e a vigilância no Brasil
Apesar de ser protocolo adotado em meio a crise de abastecimento devido a guerra no Oriente Médio, o superintendente da ANP, Julio Nishida afirma que as fiscalizações são mais rigorozas e categóricas mediante cenário de instabilidade e volatividade principalmente de preços do barril do petróleo que reverbera em altos e baixo de preços no Brasil.
Além das ficalização e monitoramento mais intenso e constante mediante a crise geopolítica, o governo brasileiro adotou medidas a fim de controlar os reflexos no País.
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Segundo a cúpula do Executivo o objetivo é contenção, mas tambpem que o mercado interno use a instabilidade como pretexto para reajustes abusivos e práticas especulativas.
Dario Durigan, ministro da fazenda,afirma que os esforçam visam a “minimização do custo da guerra no País”, com objetivo de estabilizar principalmente os preços dos combustíveis para o consumidor.
Demais Estados: qualidade e quantidade
Nesta última fiscalização em campo foi identificado problemas graces de qualidade e quantidade de combustíveis nos postos de abastecimento:

As punições seguem pesadas e foram reajustadas pelo governo federal e agora prevê multas que podem variar de R$ 50 mil a R$ 500 milhões, dependendo da gravidade e do lucro ilícito arrecadado.
