
Fachada dos dois blocos do Edifício JK, obra icônica de Oscar Niemeyer em Belo Horizonte
Edmilson Vieira
A Justiça decretou sigilo no processo instaurado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) contra a ex-síndica do Edifício JK, Maria Lima das Graças. A mulher, que ficou 40 anos no poder, não compareceu à audiência de instrução realizada nesta terça-feira (7) devido a problemas de saúde.
A Justiça ainda determinou o desmembramento do processo em relação à ex-síndica, para que ela seja submetida a exame.
No fim de 2024, o Ministério Público denunciou os dois gestores pela falta de conservação do Edifício JK.
o processo, o MP alegou que os gestores foram omissos na manutenção do condomínio. Para a promotoria, a ausência de medidas de preservação e proteção contribuiu para a deterioração da estrutura, considerada de relevante interesse ambiental e cultural. Exemplos disso são a falta de Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e da impermeabilização predial.
A denúncia do órgão vai ao encontro das reclamações de moradores do JK, que relatam diversos problemas, como infiltrações, itens em má conservação e acúmulo de lixo em áreas comuns.
Reportagem em atualização
