
Uma onda de manifestações ocorrem de forma integrada no Brasil, na sexta-feira que marca o Dia do Trabalhador, 1º de maio. A capital federal também é palco de ato em prol do fim da escala 6×1 de trabalho e desde às 10h movimenta a região central de Brasília, no Eixão (106 sul), com programação ao longo do dia.
A manifestação de hoje tem “grito coletivo pelas pauitas da classe trabalhadora” e também, música e espaço para crianças. Outros 16 estados aderiram ao movimento e realizam atos durante toda a sexta.
Mobilização nacional pelo trabalhador
O foco do movimento é claro: sensibilizar o Congresso Nacional sobre a necessidade de estabelecer uma jornada de trabalho semanal que permita mais dias de descanso, sem a redução salarial.
A central sindical defende ainda, que a escala 6×1 é exaustiva e reduz o convívio familiar e o direito ao lazer, gerando e aumentando riscos à saúde, incluindo a mental. A proposta defendida vai de encontro com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramita no Congresso.
Paralelamente, estão em pauta na mobilização em Brasília e grande parte do País os demais assuntos que giram em torno do trabalhador:

Estes atos são organizados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) junto com entidades sindicais.
Só sindicalizado participa?
Não. O evento em Brasília é aberto para trabalhadores não sindicalizados, estudantes, movimentos sociais e público em geral que apoia ou é simpatizante às causas.
Segundo a CUT Nacional, a orientação são que os atos sejam pacíficos, democráticos e focados nos direitos vigentes, e apoio às reformas em pontos de normas brasileiras.
