
As investigações sobre a morte de Benício, de 6 anos, ocorrida em novembro de 2025 em um hospital particular de Manaus, avançaram e apontam falhas graves no atendimento.
Desbobramentos
Segundo a polícia, a criança foi vítima de um “erro médico grosseiro” e morreu após receber uma overdose de adrenalina aplicada diretamente na veia procedimento considerado inadequado para o caso, já que a medicação deveria ter sido administrada por inalação.
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Em reportagem exibida no Fantástico, da TV Globo deste domingo (3), peritos afirmaram que o quadro clínico de Benício já “era irreversível” no momento em que ele deu entrada na UTI.
A avaliação técnica apontou que, “não foram identificados erros no procedimento de intubação ou outras condutas adotadas pela equipe de terapia intensiva”, afastando falhas no atendimento prestado nessa etapa.
No entanto, a polícia indiciou a médica responsável pela prescrição equivocada, a técnica de enfermagem que administrou a adrenalina de forma incorreta e também atribuiu responsabilidade a dois diretores do hospital pela morte do menino, ampliando o alcance das apurações sobre o caso.
*Matéria em atualização
