
Professores e pedagogos exigem negociação com novo governador do Amazonas
Foto: Daniel Ramos/Rede Amazônica
Professores e pedagogos fizeram um protesto na manhã desta segunda-feira (4) em frente à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), em Manaus. O ato ocorreu durante a sessão extraordinária que escolheu por eleição indireta, o novo governador e vice do estado.
A categoria reivindica reajuste salarial de 13%, aumento no auxílio-alimentação, pagamento de insalubridade, revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) e manutenção do auxílio-transporte para docentes acima de 60 anos.
Segundo a diretora do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Sinteam), Vanessa Antunes, o objetivo do ato é pressionar o governo a abrir negociação com a categoria.
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“Aqui, na casa do povo, o povo não pode entrar. Vai ser feita uma eleição para escolher o governador até o fim do ano, mas nós não podemos participar. Não conseguimos lutar pelos nossos direitos”, disse Vanessa.
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Ela lembrou que a data-base do governo está atrasada em várias áreas, como educação e saúde. “Na segurança, há mais de quatro datas-base atrasadas e o pagamento só deve começar em novembro. Que negociação é essa?”, questionou.
Segundo a diretora, os trabalhadores querem que o novo governador abra diálogo com a categoria.
“Não estamos pedindo favor. Queríamos estar em nossos postos de trabalho, mas precisamos protestar debaixo de sol e chuva para garantir nossos direitos. A data-base de março já venceu e até hoje não houve negociação. Mais de 80% dos profissionais da educação são mulheres”, afirmou.
