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Uma jovem de 18 anos foi presa por suspeita de matar e esconder o corpo do filho recém-nascido, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. A prisão foi feita por agentes da 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), na segunda-feira (7).
Segundo a polícia, a jovem escondeu a gestação da família e deu à luz sozinha no banheiro de casa, durante a madrugada de domingo (6).
Ainda de acordo com as investigações, o bebê nasceu com vida, mas não recebeu socorro e acabou morrendo pouco depois.
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Após o parto, a jovem teria enrolado o bebê e a placenta em tecidos e sacolas plásticas antes de descartar o corpo na lixeira do condomínio.
O caso foi descoberto após o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, acionar a Polícia Militar ao receber uma paciente com sinais de parto recente, mas sem o bebê.
Os policiais foram até o hospital e iniciaram as investigações. Segundo a corporação, parentes e testemunhas relataram que a jovem passou várias horas trancada no banheiro durante a madrugada e que, depois disso, apresentou comportamento estranho.
Durante a diligência, agentes analisaram imagens de câmeras de segurança e conversas encontradas no celular da suspeita.
A Polícia Civil afirma que a jovem trocou mensagens relatando o desejo de interromper a gravidez e chegou a procurar medicamentos abortivos pela internet.
A jovem foi interrogada e confessou parte do ocorrido, segundo os investigadores.
Após a prisão, equipes da Polícia Civil e da Comlurb iniciaram buscas para tentar localizar o corpo do bebê, que pode ter sido levado pela coleta de lixo do condomínio.
O caso segue sendo investigado pela 34ª DP (Bangu), que tenta esclarecer as circunstâncias da morte e da ocultação do corpo.
Uma jovem de 18 anos foi presa por suspeita de matar e esconder o corpo do filho recém-nascido, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. A prisão foi feita por agentes da 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), na segunda-feira (7).
Segundo a polícia, a jovem escondeu a gestação da família e deu à luz sozinha no banheiro de casa, durante a madrugada de domingo (6).
Ainda de acordo com as investigações, o bebê nasceu com vida, mas não recebeu socorro e acabou morrendo pouco depois.
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Após o parto, a jovem teria enrolado o bebê e a placenta em tecidos e sacolas plásticas antes de descartar o corpo na lixeira do condomínio.
O caso foi descoberto após o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, acionar a Polícia Militar ao receber uma paciente com sinais de parto recente, mas sem o bebê.
Os policiais foram até o hospital e iniciaram as investigações. Segundo a corporação, parentes e testemunhas relataram que a jovem passou várias horas trancada no banheiro durante a madrugada e que, depois disso, apresentou comportamento estranho.
Durante a diligência, agentes analisaram imagens de câmeras de segurança e conversas encontradas no celular da suspeita.
A Polícia Civil afirma que a jovem trocou mensagens relatando o desejo de interromper a gravidez e chegou a procurar medicamentos abortivos pela internet.
A jovem foi interrogada e confessou parte do ocorrido, segundo os investigadores.
Após a prisão, equipes da Polícia Civil e da Comlurb iniciaram buscas para tentar localizar o corpo do bebê, que pode ter sido levado pela coleta de lixo do condomínio.
O caso segue sendo investigado pela 34ª DP (Bangu), que tenta esclarecer as circunstâncias da morte e da ocultação do corpo.
