
Donald Trump é acusado de usar documentos sobre OVNIs como cortina de fumaça para o caso Epstein.
Montagem
Na última sexta-feira (8), o governo de Donald Trump divulgou arquivos dos EUA sobre objetos voadores não identificados (OVNIs) e “vida extraterrestre”. No entanto, o material que poderia impressionar com fotos e documentos inéditos, acabou sendo tratado pelos usuários das redes sociais como “cortina de fumaça” para o caso Jeffrey Epstein.
Os mais de 160 documentos, publicados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, trazem diversos vídeos, fotografias e relatórios originais — alguns datados da década de 1940.
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Desde o início do ano o presidente norte-americano tem indicado que divulgaria informações secretas sobre vida além da terra.
Coincidência ou não, o tema ganhou força justamente no momento em que novos documentos ligados a Jeffrey Epstein, magnata acusado de comandar uma rede de abuso sexual, começaram a vir à tona.
Na quinta-feira (7), inclusive, a justiça dos EUA divulgou uma suposta carta de suicídio do falecido empresário.
Vítimas de Jeffrey Epstein processam governo dos EUA e a empresa de tecnologia Google
Veja abaixo alguns do comentários no post de divulgação dos arquivos:
Montagem de Donald Trump na ilha de Epstein.
Reprodução/X
Comentário na publicação de relatórios de OVNIs nos EUA
Reprodução/X
Comentário na publicação de relatórios de OVNIs nos EUA.
Reprodução/X
Comentário na publicação de relatórios de OVNIs nos EUA.
Reprodução/X
“E os arquivos de Epstein”, diz comentário na publicação.
Reprodução/X
Confira aqui a publicação do Departamento de Defesa dos EUA.
O caso Epstein
Divulgação de arquivos da Justiça americana expõem relações entre as pessoas mais poderosas do mundo com Jeffrey Epstein
Jornal Nacional/ Reprodução
Jeffrey Epstein tinha conexões com milionários, artistas e políticos influentes. Entre 2002 e 2005, ele foi acusado de aliciar dezenas de meninas menores de idade para encontros sexuais em suas mansões.
Em 2008, Epstein chegou a firmar um acordo com a Justiça para se declarar culpado. Em 2019, o caso voltou à tona, quando autoridades federais consideraram o acordo inválido e determinaram a prisão do bilionário por tráfico sexual.
O bilionário morreu na cadeia poucos dias depois de ser preso. Segundo as autoridades, ele tirou a própria vida.
A morte de Epstein gerou teorias da conspiração. A imprensa americana relata que houve falhas na segurança da prisão onde o bilionário estava. Recentemente, o governo dos EUA divulgou imagens de câmeras de segurança que mostram a porta da cela no dia em que ele foi encontrado morto.
Nos últimos meses, o Departamento de Justiça divulgou milhares de páginas de investigações sobre os abusos cometidos por Epstein. A medida foi adotada após pressão popular e uma lei aprovada no Congresso.
