Grande quantidade de sardinhas é encontrada espalhada por praia de Salinas, PA
Banhistas, comerciantes e pescadores de Salinópolis, no nordeste do Pará, foram surpreendidos na manhã de sábado (9) com uma grande quantidade de sardinhas mortas espalhadas pela praia do Atalaia.
As imagens registradas mostram os peixes pequenos cobrindo uma extensa área da faixa de areia, que tem cerca de 7 km de extensão, em um fenômeno que chamou atenção na região conhecida como Salgado Paraense.
Em outra parte da praia, as sardinhas continuavam sendo arrastadas pela maré, formando um cenário preocupante para os frequentadores.
Oceanógrafo, Marcus Coimbra explica que a praia do Atalaia sofre influência marítima intensa e as fortes chuvas recentes podem ter causado variações drásticas na salinidade da água.
“Essas misturas de água doce e salgada afetam espécies sensíveis como as sardinhas, que vivem em águas rasas e formam grandes cardumes. Chuvas, marés e correntes intensificam o problema”, afirma.
As sardinhas, peixes marinhos de até 25 cm, são comuns na região, mas mortandades em massa assim geram alerta entre pescadores, que dependem da espécie para sustento.
O que dizem as autoridades
A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) informou não ter sido notificada sobre o caso.
A Prefeitura de Salinópolis não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem.
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Banhistas, comerciantes e pescadores de Salinópolis, no nordeste do Pará, foram surpreendidos na manhã de sábado (9) com uma grande quantidade de sardinhas mortas espalhadas pela praia do Atalaia.
As imagens registradas mostram os peixes pequenos cobrindo uma extensa área da faixa de areia, que tem cerca de 7 km de extensão, em um fenômeno que chamou atenção na região conhecida como Salgado Paraense.
Em outra parte da praia, as sardinhas continuavam sendo arrastadas pela maré, formando um cenário preocupante para os frequentadores.
Oceanógrafo, Marcus Coimbra explica que a praia do Atalaia sofre influência marítima intensa e as fortes chuvas recentes podem ter causado variações drásticas na salinidade da água.
“Essas misturas de água doce e salgada afetam espécies sensíveis como as sardinhas, que vivem em águas rasas e formam grandes cardumes. Chuvas, marés e correntes intensificam o problema”, afirma.
As sardinhas, peixes marinhos de até 25 cm, são comuns na região, mas mortandades em massa assim geram alerta entre pescadores, que dependem da espécie para sustento.
O que dizem as autoridades
A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) informou não ter sido notificada sobre o caso.
A Prefeitura de Salinópolis não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem.
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