Um dos 17 passageiros americanos evacuados de um navio de cruzeiro afetado por um surto de hantavírus testou positivo para o vírus, mas não apresenta sintomas, informaram autoridades de saúde dos Estados Unidos neste domingo (10).
O voo fretado transportava os americanos retirados do navio MV Hondius após sua chegada a Tenerife, a maior ilha do arquipélago espanhol localizado na costa oeste da África. A aeronave deve pousar em Omaha no início da segunda-feira (11).
Os passageiros serão levados inicialmente para a Universidade de Nebraska, que possui uma unidade federal de quarentena, para avaliação do nível de exposição ao vírus e do risco de transmissão.
Segundo Kayla Thomas, porta-voz do Centro Médico de Nebraska, um dos passageiros será encaminhado à Unidade de Biocontenção da universidade após testar positivo, apesar de não apresentar sintomas. Os demais seguirão para avaliação e monitoramento na Unidade Nacional de Quarentena.
Vídeos em alta no g1
Mais cedo, passageiros evacuados do navio começaram a retornar aos seus países em aviões militares e governamentais, após o cruzeiro atracar em Tenerife. Os viajantes foram escoltados até a costa usando equipamentos de proteção completos, incluindo máscaras e roupas especiais.
Os passageiros espanhóis foram os primeiros a desembarcar e seguiram para Madri, onde foram encaminhados a um hospital militar. Horas depois, um voo com passageiros franceses pousou em Paris e foi recebido por equipes de emergência.
Um dos cinco passageiros franceses apresentou sintomas durante o voo, informou o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu. Todos foram colocados em isolamento rigoroso e devem passar por testes.
Autoridades do Ministério da Saúde espanhol, da Organização Mundial da Saúde e da empresa Oceanwide Expeditions afirmaram anteriormente que nenhuma das mais de 140 pessoas a bordo apresentava sintomas no momento do desembarque.
Desde o início do surto, três pessoas morreram e outros cinco passageiros que haviam deixado o navio anteriormente foram diagnosticados com hantavírus.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que o risco para o público em geral continua baixo.
“Esta não é outra Covid. O risco para a população é baixo. As pessoas não devem entrar em pânico”, disse Tedros.
Ainda assim, passageiros e trabalhadores portuários utilizaram equipamentos de proteção durante toda a operação de evacuação. Vídeos obtidos pela Associated Press mostram passageiros sendo pulverizados com desinfetante antes do embarque nos voos.
O hantavírus normalmente é transmitido pela inalação de partículas contaminadas por fezes e urina de roedores. A transmissão entre humanos é rara, mas o vírus dos Andes — identificado neste surto — pode, em casos específicos, ser transmitido entre pessoas.
Os sintomas podem surgir entre uma e oito semanas após a exposição. Os passageiros deixaram bagagens para trás e puderam levar apenas itens essenciais, como celular, carregador e documentos.
Parte da tripulação e o corpo de um passageiro que morreu a bordo permanecerão no navio, que seguirá para Roterdã, onde será desinfectado.
Diversos países anunciaram protocolos de quarentena para seus cidadãos. No Reino Unido, passageiros serão hospitalizados por 72 horas antes de cumprir seis semanas de isolamento domiciliar.
Na Holanda, um voo de evacuação pousou em Eindhoven com passageiros de várias nacionalidades, incluindo Índia, Alemanha, Argentina, Bélgica, Grécia, Portugal, Ucrânia, Guatemala, Filipinas e Montenegro.
Autoridades britânicas também enviaram médicos militares para Tristão da Cunha, onde um dos moradores apresenta suspeita de hantavírus após desembarcar do navio no mês passado.
Já uma mulher espanhola suspeita de infecção testou negativo para o vírus, segundo autoridades de saúde da Espanha.
O voo fretado transportava os americanos retirados do navio MV Hondius após sua chegada a Tenerife, a maior ilha do arquipélago espanhol localizado na costa oeste da África. A aeronave deve pousar em Omaha no início da segunda-feira (11).
Os passageiros serão levados inicialmente para a Universidade de Nebraska, que possui uma unidade federal de quarentena, para avaliação do nível de exposição ao vírus e do risco de transmissão.
Segundo Kayla Thomas, porta-voz do Centro Médico de Nebraska, um dos passageiros será encaminhado à Unidade de Biocontenção da universidade após testar positivo, apesar de não apresentar sintomas. Os demais seguirão para avaliação e monitoramento na Unidade Nacional de Quarentena.
Vídeos em alta no g1
Mais cedo, passageiros evacuados do navio começaram a retornar aos seus países em aviões militares e governamentais, após o cruzeiro atracar em Tenerife. Os viajantes foram escoltados até a costa usando equipamentos de proteção completos, incluindo máscaras e roupas especiais.
Os passageiros espanhóis foram os primeiros a desembarcar e seguiram para Madri, onde foram encaminhados a um hospital militar. Horas depois, um voo com passageiros franceses pousou em Paris e foi recebido por equipes de emergência.
Um dos cinco passageiros franceses apresentou sintomas durante o voo, informou o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu. Todos foram colocados em isolamento rigoroso e devem passar por testes.
Autoridades do Ministério da Saúde espanhol, da Organização Mundial da Saúde e da empresa Oceanwide Expeditions afirmaram anteriormente que nenhuma das mais de 140 pessoas a bordo apresentava sintomas no momento do desembarque.
Desde o início do surto, três pessoas morreram e outros cinco passageiros que haviam deixado o navio anteriormente foram diagnosticados com hantavírus.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que o risco para o público em geral continua baixo.
“Esta não é outra Covid. O risco para a população é baixo. As pessoas não devem entrar em pânico”, disse Tedros.
Ainda assim, passageiros e trabalhadores portuários utilizaram equipamentos de proteção durante toda a operação de evacuação. Vídeos obtidos pela Associated Press mostram passageiros sendo pulverizados com desinfetante antes do embarque nos voos.
O hantavírus normalmente é transmitido pela inalação de partículas contaminadas por fezes e urina de roedores. A transmissão entre humanos é rara, mas o vírus dos Andes — identificado neste surto — pode, em casos específicos, ser transmitido entre pessoas.
Os sintomas podem surgir entre uma e oito semanas após a exposição. Os passageiros deixaram bagagens para trás e puderam levar apenas itens essenciais, como celular, carregador e documentos.
Parte da tripulação e o corpo de um passageiro que morreu a bordo permanecerão no navio, que seguirá para Roterdã, onde será desinfectado.
Diversos países anunciaram protocolos de quarentena para seus cidadãos. No Reino Unido, passageiros serão hospitalizados por 72 horas antes de cumprir seis semanas de isolamento domiciliar.
Na Holanda, um voo de evacuação pousou em Eindhoven com passageiros de várias nacionalidades, incluindo Índia, Alemanha, Argentina, Bélgica, Grécia, Portugal, Ucrânia, Guatemala, Filipinas e Montenegro.
Autoridades britânicas também enviaram médicos militares para Tristão da Cunha, onde um dos moradores apresenta suspeita de hantavírus após desembarcar do navio no mês passado.
Já uma mulher espanhola suspeita de infecção testou negativo para o vírus, segundo autoridades de saúde da Espanha.
