O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra a imprensa ao criticar jornalistas que cobrem o conflito envolvendo o Irã. Durante conversa com repórteres, Trump chamou um jornalista de “falso” e afirmou que parte da cobertura da guerra é “traidora”, ampliando os ataques recorrentes do republicano aos veículos de comunicação.
Segundo o presidente norte-americano, determinadas reportagens estariam “distorcendo” os fatos sobre a atuação dos EUA e de aliados no Oriente Médio. Trump também acusou jornalistas de tentarem enfraquecer a posição americana diante do conflito, em meio à escalada das tensões militares envolvendo o Irã.
As declarações ocorreram em um momento de forte pressão internacional sobre a Casa Branca. O conflito no Oriente Médio segue provocando volatilidade nos mercados globais, especialmente nos preços do petróleo, além de elevar preocupações com inflação e segurança energética.
O embate entre Trump e a imprensa não é novidade. Ao longo de sua trajetória política, o republicano frequentemente utilizou termos como “fake news” e “inimiga do povo” para atacar veículos de comunicação e jornalistas críticos ao seu governo.
Nos bastidores, aliados do presidente defendem que a postura mais agressiva busca fortalecer sua base política em meio ao cenário internacional conturbado e ao ambiente eleitoral nos Estados Unidos.
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