
Nesta quarta-feira (20), os últimos dois corpos dos turistas italianos presos em uma caverna subaquática nas Maldivas foram resgatados. Uma equipe de elite de mergulhadores finlandeses conseguiu localizar os corpos. Eles ficaram presos a uma profundidade de 60 metros.
Os mergulhadores recuperaram os corpos de Giorgia Sommacal, de 22 anos, e da pesquisadora Muriel Oddenino, de 31 anos, na caverna do Atol de Vaavu. Os corpos foram recuperados seis dias após o desaparecimento.

Os quatro corpos haviam sido localizados na segunda-feira (18) a cerca de 60 metros de profundidade, o dobro do limite legal para mergulho recreativo no país insular. As buscas chegaram a ser temporariamente suspensas após a morte de um mergulhador militar local durante uma tentativa arriscada de resgate.
Todos os corpos, estão sendo transportados para um necrotério na capital, Malé.

Relembre o caso
Ao todo cinco mergulhadores italianos morreram depois de explorar o Atol de Vaavu na última quinta-feira (14), o que motivou uma missão de recuperação. Eles estavam em uma expedição de mergulho com outros 20 cidadãos italianos, a bordo do navio Duke of York, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Eles desceram a cerca de 50 metros de profundidade, marca que é quase o dobro do limite de 30 metros permitido pelas autoridades das Maldivas para mergulhos recreativos.
Entre as vítimas estão Monica Montefalcone, uma experiente professora de ecologia marinha, e sua filha Giorgia Sommacal. Também morreram os pesquisadores Muriel Oddenino, o biólogo Federico Gualtieri e o instrutor Gianluca Benedetti.
