
Jornalista Mário Emilio Malaquias morreu aos 72 anos na madrugada desta quinta-feira (21) em Minas Gerais
Reprodução
Vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), o jornalista Mário Emilio Malaquias morreu aos 72 anos na madrugada desta quinta-feira (21) em Minas Gerais, onde morava com a família. A informação foi divulgada em nota pelo Sindicato dos Jornalistas do Acre (Sinjac).
Conforme o presidente do Sinjac, Luiz Cordeiro, o jornalista deixa um legado de dedicação e contribuição histórica à imprensa acreana. Ele atuou no jornalismo impresso do estado na década de 1980.
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Ainda segundo a nota, Mário Emilio atuou nos jornais O Rio Branco e A Gazeta.
“Seu nome está eternamente ligado ao processo de fortalecimento e modernização do jornalismo impresso no Acre, especialmente durante sua atuação no jornal A Gazeta, onde integrou uma geração que ajudou a transformar as redações em verdadeiras escolas de formação profissional”, diz a publicação.
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À época, o estado ainda não tinha o curso de bacharelado para jornalista, sendo assim, Malaquias transformou as redações em escolas práticas de formação para a profissão.
A morte do jornalista gerou grande comoção nas redes sociais, onde amigos sindicatos e profissionais da imprensa o reverenciam como um ícone do jornalismo acreano. Um dos comentários foi do jornalista e apresentador Ayres Rocha, que atuou mais de 30 anos na Rede Amazônica.
“Tive a honra de conhecê-lo! Que Deus o tenha em bom lugar”, resumiu Ayres Rocha. Outras pessoas também comentaram com “Meus sentimentos, que Deus conforte toda família”, disse outra seguidora.
Nota do Sinjac
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre (Sinjac) manifesta profundo pesar pelo falecimento do jornalista Mário Emilio Malaquias, ocorrido na madrugada desta quinta-feira, 21, aos 72 anos, em Belo Horizonte (MG), em decorrência de complicações provocadas por um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Mário Emilio deixa um legado de dedicação, profissionalismo e contribuição histórica à imprensa acreana. Seu nome está eternamente ligado ao processo de fortalecimento e modernização do jornalismo impresso no Acre, especialmente durante sua atuação no jornal A Gazeta, onde integrou uma geração que ajudou a transformar as redações em verdadeiras escolas de formação profissional.
Com talento, sensibilidade e compromisso com a informação, também passou pelas redações dos jornais O Rio Branco e outros importantes veículos de comunicação do estado, contribuindo diretamente para o desenvolvimento do jornalismo acreano e para a formação de novos profissionais da imprensa.
Neste momento de dor, o Sinjac se solidariza com familiares, amigos e colegas de profissão, desejando força e conforto a todos que conviviam com Mário Emilio e reconheciam sua importância para a comunicação no Acre.
Seu legado permanecerá vivo na memória do jornalismo acreano.
Luiz Cordeiro, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre (Sinjac)
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