
O Governo do Estado de Minas Gerais irá investir R$ 42 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública no reaparelhamento policial, valorização de corporações e operações integradas com objetivo de reduzir a criminalidade violenta e combater o crime organizado.
Na Polícia Militar (PMMG), 3.800 novos policiais foram formados no ano de 2025, juntamente com a incorporação de 1.900 novas viaturas e 2.735 novos armamentos.
Na Polícia Civil (PCMG), 51 novas delegacias foram abertas com 1.592 novos armamentos e 132 novas viaturas, além da modernização de polícia técnica e científica.
Já o Corpo de Bombeiros e a Polícia Penal tiveram inclusão de novos profissionais e melhorias em equipamentos e infraestrutura.
Como maneira de reconhecimento, a gestão estadual também anunciou um auxílio-alimentação para a segurança pública de R$ 50 por dia, com promessa de R$ 25 até fim do ano.
Além disso, lançou o Troféu Guardião Mineiro, que premia operações de destaque e promove a valorização pública das ações bem-sucedidas.
Nas malhas rodoviárias, já foram realizadas a Operação Caminhos de Minas, com 597 presos e 4 toneladas de drogas apreendidas e a Operação Sentinela das Estradas, que teve 3 presos por tráfico, 700 kg de drogas confiscadas e R$ 90 milhões em prejuízo ao crime.
Além disso, foram aplicadas tecnologias para rastreamento de veículos e identificação de placas, patrulhas constantes e operações de inteligência coordenadas.
Por outro lado, em centros urbanos, as autoridades destacam a redução de crimes violentos devido a instalação de reconhecimento facial, câmeras inteligentes de videomonitoramento, drones e processamento em tempo real.
O governo também estabeleceu políticas de prevenção à criminalidade, como o Fica Vivo!, programa para adolescentes e jovens em que, atualmente, há 1.400 participantes, Mediação de Conflitos, Mediação de Conflitos, Central de Alternativas Penais, com 11.407 monitorados e a Inclusão Social de Egressos, que possui 3.816 atendidos.
Segundo a Bancada de Segurança, as prioridades agora são a recomposição salarial das forças de segurança, aumento do efetivo e o investimento contínuo em tecnologia e inteligência.
A frente de ordem pública também aponta que o déficit de efetivo impacta qualidade do serviço, a saúde mental dos policiais é prejudicada pela sobrecarga e uma fragilidade estrutural das forças contra a sofisticação tecnológica das facções.
Por isso, foi proposta a autonomia orçamentária e financeira para Polícia Civil juntamente de um percentual garantido da receita estadual para segurança e o apoio de órgãos fiscalizadores como agências reguladoras.
*Estagiária sob supervisão
