
Após visitar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, senador e pré-candidato à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro (PL), se encontrou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e com o vice, J.D. Vance,
O encontro com Rubio foi divulgado nas redes sociais do senador. Segundo a postagem, a reunião serviu para “fortalecer relações internacionais, defender a liberdade, a democracia e os valores que unem milhões de brasileiros e americanos”. Veja:
Com o secretário de Estado dos EUA, @marcorubio 🇧🇷🤝🇺🇸
Seguimos fortalecendo relações internacionais, defendendo a liberdade, a democracia e os valores que unem milhões de brasileiros e americanos. pic.twitter.com/JbhMWNK7iF
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) May 27, 2026
O encontro com Marco Rubio foi um dia após Flávio se reunir com Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington DC.
Ao final do encontro, o senador fez um pronunciamento à imprensa e afirmou que pediu a Trump que as facções criminosas PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) sejam classificadas como organizações terroristas.
O memo assunto, segundo Flávio, também foi tratado com Marco Rubio.
Com J.D. Vance, conforme disse o senador, questões relacionadas à liberdade de expressão no Brasil foram abordadas no encontro.
Imagens do encontro com Vance não haviam sido divulgadas nas redes sociais de Flávio até o fechamento desta reportagem.
Reunião com Trump
Flavio desembarcou na segunda-feira (25) em Washington e não havia previsão da reunião com Trump na agenda oficial do presidente.
Mas o encontro aconteceu e as imagens foram divulgadas por integrantes da comitiva que acompanhava Flávio e que esperaram o senador do lado de fora; os deputados estaduais Cristiano Capporezzo, Leandro de Jesus, Gil Diniz e Paulo Mansur e o vereador de Manaus, Coronel Rooses; todos do PL.
Na pauta, os temas abordados foram, ainda segundo a comitiva, a segurança pública, cooperação internacional no combate ao crime organizado e investimentos estratégicos.
O encontro com Trump teria sido articulado por seu irmão Eduardo Bolsonaro, que mora nos Estados Unidos e que também estava presente na Casa Branca, e pelo influenciador Paulo Figueiredo, aliado do bolsonarismo.

