Búfalo “Donald Trump” escapa do sacrifício e vira celebridade

Búfalo “Trump” escapa do sacrifício e vira celebridadeReprodução

Na semana passada, o iG contou a história curiosa do búfalo albino apelidado de “Trump”, que seria abatido durante as celebrações islâmicas do Eid al-Adha no Bangladesh. Mas o destino do animal mudou completamente: depois de viralizar nas redes sociais e atrair multidões, o governo decidiu poupá-lo do sacrifício. As informações são do The Guardian.

O búfalo raro, que pesa quase 700 kg, ganhou o apelido por causa de uma mecha loira incomum na cabeça, lembrando o cabelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O animal já havia sido vendido para o abate ritual quando autoridades do Ministério do Interior intervieram de última hora.

Búfalo “Donald Trump” foi poupado após grande repercussão

Segundo um funcionário do governo, a decisão foi tomada por motivos de segurança, já que o interesse popular cresceu rapidamente às vésperas da festividade religiosa. O ministro Salahuddin Ahmed ordenou que o comprador fosse reembolsado e que o búfalo fosse levado ao zoológico nacional de Daca, capital do país.

Búfalo ‘parecido com trump’ será sacrificado em festivalThe Telegraph

O que começou como uma compra comum para o Eid al-Adha acabou se transformando em um fenômeno nacional. Vídeos do animal circularam pela internet e atraíram visitantes de várias regiões interessados em ver de perto a famosa “franja loira” e o comportamento tranquilo do búfalo.

O dono da fazenda, Ziauddin Mridha, contou que o apelido surgiu após seu irmão mais novo notar a semelhança entre o animal e o presidente americano. Ele também afirmou que o búfalo sempre foi extremamente dócil e exigia cuidados especiais, como alimentação frequente e banhos regulares.

O que é o Eid al-Adha?

O Eid al-Adha, conhecido como “Festa do Sacrifício”, é uma das celebrações mais importantes do islamismo. A data relembra a história do profeta Ibrahim, que, segundo a tradição islâmica, demonstrou obediência total a Deus ao aceitar sacrificar seu filho antes de ser interrompido por intervenção divina.

Durante a festividade, famílias muçulmanas costumam sacrificar animais como bois, cabras, carneiros e búfalos. A carne é dividida entre familiares, amigos e pessoas em situação de vulnerabilidade social, simbolizando solidariedade, fé e partilha com a comunidade.

Búfalos albinos são considerados raríssimos no Bangladesh, onde a maioria do gado possui coloração escura. Em meio à temporada intensa de vendas de animais para o Eid, a aparência incomum já chamava atenção, mas foi o apelido inspirado em Trump que provavelmente salvou a vida do animal.

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