Hóspede dos EUA é encontrada morta em quarto do hotel Rosewood

Hotel Rosewood, em São PauloDivulgação/Hotel Rosewood

Uma turista dos Estados Unidos  de 41 anos foi encontrada morta em um quarto do hotel Rosewood, em São Paulo, no domingo (31). De acordo com a Polícia Militar (PM), essa mulher foi identificada como Hilde Ann Lynn.

Conforme as apurações da corporação, ela estava no Brasil há cerca de três semanas, onde realizou uma cirurgia plástica. Desde então, ela estava no hotel de luxo que fica no bairro Bela Vista, na região central de São Paulo.

Funcionários do hotel contaram à PM que a vítima não respondia às tentativas de contato feitas pela administração do estabelecimento. Após diversas ligações por interfone e chamadas, além de mensagens de WhatsApp sem retorno, funcionários foram até o quarto e abriram ele, onde encontraram a mulher desacordada sobre a cama. 

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para prestar socorro, porém, a morte foi constatada ainda no local.

De onde parte as investigações da polícia?

O hotel recebeu diversas reclamações de hóspedes denunciando barulhos e tumulto que vinham do quarto de Hilde, durante a madrugada de sábado (30). Segundo testemunhas, um grupo de amigas acompanhava a estadunidense, que foi vista com sinais visíveis de embriaguez, conforme os relatos à PM. 

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Na manhã de domingo, um cirurgião plástico identificado como Jonathan foi até o hotel à procura de Hilde, afirmando que ela era usuária de entorpecentes e que, dias antes, precisou socorrê-la após uma overdose. Neste caso, conforme ele, conseguiu levar a vítima até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). 

Jonathan ainda informou que tanto ele quanto a mãe da moça tentaram contato com ela nas horas anteriores, mas não tiveram sucesso. Porém, por questões de privacidade e segurança, o hotel não confirmou ao médico a identidade da moça como uma das hóspedes. 

A Polícia Civil registrou o caso e já investiga as circunstâncias que levaram à morte da mulher. As informações divulgadas até então não falam sobre sinais de violência ou outros indícios para a causa da morte. 

O iG fez contato com o hotel Rosewood para que o mesmo se pronunciasse sobre o caso. A embaixada dos Estados Unidos também foi procurada para comentar o assunto. Até a última atualização desta matéria não houve retorno de nenhum dos lados, porém, o espaço segue aberto para ambos.

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