Antes de influenciar a dinâmica das cidades, os empreendimentos começam no desenho. Ao longo de 25 anos, a Eco Construtora consolidou uma atuação marcada por projetos arquitetônicos que aliam estética, funcionalidade e adaptação ao modo de vida local. Em diferentes tipologias, sejam elas residenciais, corporativas ou de uso misto, os empreendimentos da empresa refletem um processo que envolve desde a concepção técnica até o cuidado com a experiência cotidiana de quem utiliza esses espaços.
Esse olhar aparece de forma recorrente nos projetos desenvolvidos em parceria com escritórios de arquitetura e paisagismo. As arquitetas Patrícia Lago e Bruna Lago, do Estúdio Lago, estão há mais de 10 anos em parceria com a Eco. Para elas, a atuação da construtora é marcada por um acompanhamento próximo em todas as etapas. “O que define a assinatura da Eco Construtora é, principalmente, o envolvimento direto dos próprios gestores em cada empreendimento, algo que permanece mesmo com o crescimento da empresa”, afirmam.
Ao longo da parceria, essa dinâmica se traduz em soluções que vão além do aspecto visual. “Existe um olhar para as necessidades e estilo de vida das pessoas. São empreendimentos não apenas bonitos, mas bem resolvidos e pensados para o dia a dia. É um cuidado com o detalhe e com o que realmente faz sentido”.
Esse movimento também aparece em projetos mais recentes da construtora. No Altiplano, um novo empreendimento da Eco aposta em uma leitura mais fluida da verticalização, com integração entre espaços, valorização do entorno e foco no bem-estar.
A proposta dialoga com tendências como a “cidade de 10 minutos”, ao priorizar deslocamentos curtos, convivência e uma rotina menos dependente do carro, ampliando a relação entre o edifício e o bairro onde está inserido. “Um projeto não pode ser apenas limitado à sua forma. Ele precisa traduzir a vida de quem vai ocupar esse espaço”, afirma a arquiteta Leila Azzouz.
Da arquitetura ao impacto urbano
A partir dessas escolhas, os empreendimentos passam a influenciar também o entorno onde são inseridos. Em João Pessoa, alguns projetos se destacam pela forma como impactam a dinâmica urbana de determinadas regiões. É o caso do Eco Business e do Eco Medical, que juntos recebem cerca de 210 mil pessoas por mês em um dos eixos mais movimentados da cidade.
Voltados a atividades corporativas e de saúde, os dois edifícios contribuíram para a consolidação do entorno como um polo multifuncional. Profissionais, pacientes, empresas e serviços passaram a ocupar a região de forma mais intensa, alterando padrões de uso e fortalecendo a vocação do bairro para atividades que combinam trabalho, atendimento e prestação de serviços.
Inserido nesse mesmo contexto, o Eco Pulse amplia essa dinâmica na região ao integrar moradia, trabalho e serviços em um único endereço, dialogando com um perfil urbano mais contemporâneo.
O movimento acompanha o crescimento imobiliário da capital. Dados do índice FipeZap indicam valorização contínua em João Pessoa, com maior intensidade em regiões que recebem novos empreendimentos. Bairros como Jardim Oceania, Miramar e Aeroclube passaram a registrar novos ciclos de desenvolvimento, impulsionados pela chegada de projetos residenciais e corporativos.
No Aeroclube, por exemplo, a Eco desenvolve o Eco Aeropark, empreendimento que se insere em uma área em transformação urbana. Localizado em frente ao futuro Parque da Cidade — projeto paisagístico associado ao escritório de Burle Marx —, o projeto dialoga com a proposta de integração entre áreas verdes, mobilidade e moradia.
A arquiteta Sandra Moura, responsável pelo projeto, destaca o papel da arquitetura nesse processo. “Projetos urbanos bem planejados contribuem para valorizar o entorno, estimular o uso qualificado dos espaços e fortalecer a relação entre cidade, natureza e mobilidade”, afirma.
Fora da capital, esse mesmo princípio orienta a atuação da empresa em novos territórios. Em Bananeiras, o Eco Natureza marca uma etapa de expansão ao combinar moradia, turismo e serviços em um único empreendimento. Localizado a cerca de 500 metros do centro, entre a Estação Bananeiras e o Túnel da Serra da Viração, o projeto se insere na dinâmica local com proposta integrada ao território.
Com investimento de R$ 42 milhões, o empreendimento movimenta a economia regional e gera empregos diretos e indiretos. Para o sócio Francisco Cavalcante, os impactos vão além da obra em si. “Os empreendimentos influenciam a forma como as cidades crescem, geram oportunidades e contribuem para a valorização das regiões onde estão inseridos”, afirma.
A relação entre arquitetura, paisagem e desenvolvimento urbano aparece, assim, como um eixo comum nos projetos da construtora. Ao longo de sua trajetória, a Eco estruturou empreendimentos que partem de soluções arquitetônicas para, em seguida, influenciar a forma como bairros e cidades se organizam, conectando desenho, uso e transformação territorial em diferentes escalas.
Esse olhar aparece de forma recorrente nos projetos desenvolvidos em parceria com escritórios de arquitetura e paisagismo. As arquitetas Patrícia Lago e Bruna Lago, do Estúdio Lago, estão há mais de 10 anos em parceria com a Eco. Para elas, a atuação da construtora é marcada por um acompanhamento próximo em todas as etapas. “O que define a assinatura da Eco Construtora é, principalmente, o envolvimento direto dos próprios gestores em cada empreendimento, algo que permanece mesmo com o crescimento da empresa”, afirmam.
Ao longo da parceria, essa dinâmica se traduz em soluções que vão além do aspecto visual. “Existe um olhar para as necessidades e estilo de vida das pessoas. São empreendimentos não apenas bonitos, mas bem resolvidos e pensados para o dia a dia. É um cuidado com o detalhe e com o que realmente faz sentido”.
Esse movimento também aparece em projetos mais recentes da construtora. No Altiplano, um novo empreendimento da Eco aposta em uma leitura mais fluida da verticalização, com integração entre espaços, valorização do entorno e foco no bem-estar.
A proposta dialoga com tendências como a “cidade de 10 minutos”, ao priorizar deslocamentos curtos, convivência e uma rotina menos dependente do carro, ampliando a relação entre o edifício e o bairro onde está inserido. “Um projeto não pode ser apenas limitado à sua forma. Ele precisa traduzir a vida de quem vai ocupar esse espaço”, afirma a arquiteta Leila Azzouz.
Da arquitetura ao impacto urbano
A partir dessas escolhas, os empreendimentos passam a influenciar também o entorno onde são inseridos. Em João Pessoa, alguns projetos se destacam pela forma como impactam a dinâmica urbana de determinadas regiões. É o caso do Eco Business e do Eco Medical, que juntos recebem cerca de 210 mil pessoas por mês em um dos eixos mais movimentados da cidade.
Voltados a atividades corporativas e de saúde, os dois edifícios contribuíram para a consolidação do entorno como um polo multifuncional. Profissionais, pacientes, empresas e serviços passaram a ocupar a região de forma mais intensa, alterando padrões de uso e fortalecendo a vocação do bairro para atividades que combinam trabalho, atendimento e prestação de serviços.
Inserido nesse mesmo contexto, o Eco Pulse amplia essa dinâmica na região ao integrar moradia, trabalho e serviços em um único endereço, dialogando com um perfil urbano mais contemporâneo.
O movimento acompanha o crescimento imobiliário da capital. Dados do índice FipeZap indicam valorização contínua em João Pessoa, com maior intensidade em regiões que recebem novos empreendimentos. Bairros como Jardim Oceania, Miramar e Aeroclube passaram a registrar novos ciclos de desenvolvimento, impulsionados pela chegada de projetos residenciais e corporativos.
No Aeroclube, por exemplo, a Eco desenvolve o Eco Aeropark, empreendimento que se insere em uma área em transformação urbana. Localizado em frente ao futuro Parque da Cidade — projeto paisagístico associado ao escritório de Burle Marx —, o projeto dialoga com a proposta de integração entre áreas verdes, mobilidade e moradia.
A arquiteta Sandra Moura, responsável pelo projeto, destaca o papel da arquitetura nesse processo. “Projetos urbanos bem planejados contribuem para valorizar o entorno, estimular o uso qualificado dos espaços e fortalecer a relação entre cidade, natureza e mobilidade”, afirma.
Fora da capital, esse mesmo princípio orienta a atuação da empresa em novos territórios. Em Bananeiras, o Eco Natureza marca uma etapa de expansão ao combinar moradia, turismo e serviços em um único empreendimento. Localizado a cerca de 500 metros do centro, entre a Estação Bananeiras e o Túnel da Serra da Viração, o projeto se insere na dinâmica local com proposta integrada ao território.
Com investimento de R$ 42 milhões, o empreendimento movimenta a economia regional e gera empregos diretos e indiretos. Para o sócio Francisco Cavalcante, os impactos vão além da obra em si. “Os empreendimentos influenciam a forma como as cidades crescem, geram oportunidades e contribuem para a valorização das regiões onde estão inseridos”, afirma.
A relação entre arquitetura, paisagem e desenvolvimento urbano aparece, assim, como um eixo comum nos projetos da construtora. Ao longo de sua trajetória, a Eco estruturou empreendimentos que partem de soluções arquitetônicas para, em seguida, influenciar a forma como bairros e cidades se organizam, conectando desenho, uso e transformação territorial em diferentes escalas.
