Um Maravilhoso Encontro com o Humanismo Empresarial da Prada

A empresa, mesmo inserida no universo competitivo do mercado de luxo, demonstrou que é possível exercer a atividade econômica com calor humano, valorizando a pessoa acima da transação.Prada, Ricardo Sayeg

No último sábado, quando pretendia tomar uma sauna, fui convidado (intimado) por minha esposa Carla, estilista de formação e profissão, admiradora da Prada, a acompanhá-la a um evento exclusivo promovido pela marca na Casa Jereissati.

Aceitei o convite, confesso, sem grande disposição, movido mais pelo desejo de agradá-la do que por qualquer expectativa pessoal.

Entretanto, a experiência revelou-se surpreendentemente melhor do que eu imaginava.

Logo na chegada, fui recebido por Renata Diniz, Jenifer Farias e Tomás Magno, com cortesia exemplar e trato refinado. O ambiente era de elegância discreta e acolhedora harmonia, e com um pequeno gesto, um whisky oferecido com gentileza, instaurou-se uma atmosfera de conforto e hospitalidade.

A estrutura do evento impecável em todos os detalhes: as peças expostas, os tecidos, a decoração e o serviço, tudo refletia excelência e cuidado. Nem mais, nem menos.

A marca já havia prometido a mim, como cortesia, uma camisa sob medida, o que por si só seria um presente bacana. Contudo, a combinação de ambiente acolhedor, atendimento impecável e o profissionalismo acabou por me conduzir à aquisição de um terno completo, preto, de alfaiataria primorosa, magnífico, que vou reservar para ocasiões especiais.

O processo de medição e prova foi conduzido por aqueles profissionais de alto nível, Moreno Casali, Daniel Cavalcanti e o próprio Tomás Magno, cuja competência e domínio técnico impressionaram. Em cada gesto, a cada momento, evidenciavam conhecimento, precisão e respeito pelo cliente, além de um enorme carinho, tudo supervisionado pelo Maksym Koval.

Raramente presenciei tamanha combinação de excelência profissional e sensibilidade humana em um mesmo contexto.

O que mais me marcou, entretanto, não foi a qualidade do produto ou do serviço, mas o espírito que permeava toda a experiência. A Prada, naquele evento, revelou-se muito mais do que uma marca de luxo: revelou um modo de relação empresarial pautado pelo respeito, pela atenção individual e pela autenticidade do acolhimento.

Identifiquei naquela experiência, com clareza, os princípios que fundamentam o Capitalismo Humanista, conceito que tenho difundido como paradigma de um novo tempo econômico.

A empresa, mesmo inserida no universo competitivo do mercado de luxo, demonstrou que é possível exercer a atividade econômica com calor humano, valorizando a pessoa acima da transação.

Ainda que fosse a primeira vez em que me recebiam, senti-me entre amigos, como se a convivência fosse antiga. A cordialidade, a empatia e a atenção dispensadas por cada integrante da equipe transformaram um simples compromisso social em uma experiência inesquecível.

Por tudo isso, registro meu reconhecimento à Prada, pela excelência institucional e pela sensibilidade humana, e também aos profissionais que personificaram esse espírito: Maksym Koval, Moreno Casali, Tomás Magno, Renata Diniz, Jenifer Farias e Daniel Cavalcanti.

A todos, meus cumprimentos pela conduta exemplar e pela capacidade de elevar o exercício do comércio a uma verdadeira expressão de civilização.

A Prada demonstrou que o luxo autêntico não está apenas nas peças que produz, mas, sobretudo, na forma como se porta empresarialmente e trata as pessoas.

Ricardo Sayeg. Jornalista. Advogado. Jurista Imortal da Academia Brasiliense de Direito e da Academia Paulista de Direito. Professor Livre-Docente de Direito Econômico da PUC-SP e do Curso de Recuperação de Empresas do Insper. Doutor e Mestre em Direito Comercial. Oficial da Ordem do Rio Branco. Presidente da Comissão de Direito Econômico Humanista do IASP. Presidente da Comissão Nacional Cristã de Direitos Humanos do FENASP. Comandante dos Cavaleiros Templários do Real Arco Guardiões do Graal.

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