Três policiais penais foram presos em flagrante na manhã desta sexta-feira (12) suspeitos de participar de um esquema de entrada irregular de materiais proibidos e dinheiro na Cadeia Pública João Carlos da Silva, em Japeri, na Baixada Fluminense.
Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), os agentes foram detidos durante uma operação da Corregedoria. Eles são investigados pelos crimes de associação criminosa e corrupção passiva qualificada.
De acordo com as investigações, iniciadas no fim de maio pelo setor de inteligência da secretaria, os servidores permitiam a entrada de grandes volumes na unidade prisional sem a realização das revistas obrigatórias. A suspeita é de que eles recebiam vantagens financeiras para facilitar o ingresso de materiais ilícitos no presídio.
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Durante a ação desta sexta, os corregedores flagraram um dos policiais já dentro da unidade transportando, em uma mochila, nove maços de cigarro, dois carregadores de celular, alimentos, perfumes e ampolas de substâncias anabolizantes. Também foram encontrados cerca de R$ 28 mil em espécie.
Ainda segundo a Seppen, o policial afirmou informalmente que os itens eram para uso próprio e que o dinheiro seria resultado da venda de uma motocicleta. No entanto, ele não apresentou documentação que comprovasse a negociação.
O policial responsável pela portaria no momento da entrada do colega foi preso por supostamente não realizar a fiscalização obrigatória. Já o terceiro policial, que atuava no controle de acesso da unidade, também foi detido por suspeita de participação no esquema.
Os celulares dos três agentes foram apreendidos e serão submetidos à perícia. A investigação aponta que o dinheiro encontrado seria destinado a detentos, com parte dos valores sendo repassada aos policiais envolvidos como pagamento pela atuação no esquema.
As substâncias apreendidas foram encaminhadas para exame pericial, que irá confirmar a composição do material.
Os três policiais penais permaneceram em silêncio durante o registro da ocorrência. Eles foram levados para a 63ª DP (Japeri), onde permaneceram custodiados à disposição da Justiça.
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Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), os agentes foram detidos durante uma operação da Corregedoria. Eles são investigados pelos crimes de associação criminosa e corrupção passiva qualificada.
De acordo com as investigações, iniciadas no fim de maio pelo setor de inteligência da secretaria, os servidores permitiam a entrada de grandes volumes na unidade prisional sem a realização das revistas obrigatórias. A suspeita é de que eles recebiam vantagens financeiras para facilitar o ingresso de materiais ilícitos no presídio.
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Ainda segundo a Seppen, o policial afirmou informalmente que os itens eram para uso próprio e que o dinheiro seria resultado da venda de uma motocicleta. No entanto, ele não apresentou documentação que comprovasse a negociação.
O policial responsável pela portaria no momento da entrada do colega foi preso por supostamente não realizar a fiscalização obrigatória. Já o terceiro policial, que atuava no controle de acesso da unidade, também foi detido por suspeita de participação no esquema.
Os celulares dos três agentes foram apreendidos e serão submetidos à perícia. A investigação aponta que o dinheiro encontrado seria destinado a detentos, com parte dos valores sendo repassada aos policiais envolvidos como pagamento pela atuação no esquema.
As substâncias apreendidas foram encaminhadas para exame pericial, que irá confirmar a composição do material.
Os três policiais penais permaneceram em silêncio durante o registro da ocorrência. Eles foram levados para a 63ª DP (Japeri), onde permaneceram custodiados à disposição da Justiça.
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