
O pré-candidato a presidente pelo Novo, Romeu Zema
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O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) disse não se arrepender das críticas que fez ao senador e também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) após a divulgação dos áudios sobre conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Zema indicou que a direita deverá se unir em um eventual segundo turno contra o PT.
Zema participou de um evento da revista Veja, no teatro Santos Augusta, em São Paulo, nesta segunda-feira (15). Estavam presentes também Ronaldo Caiado (União), Fernando Haddad (PT) e o governador Tarcísio de Freitas (União).
Questionado sobre o desgaste na relação com aliados do campo conservador e sobre a reação de integrantes do bolsonarismo às declarações, Zema afirmou que já disse o que tinha a dizer sobre o caso envolvendo Flávio e que sua posição é pública. “O que eu falei sobre o Flávio Bolsonaro já está dito, é público. Agora, bola para frente”, afirmou.
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Apesar disso, o ex-governador mineiro buscou reduzir o peso do atrito e sinalizou alinhamento eleitoral em uma eventual disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, ainda que tenha críticas ao senador, suas divergências com o PT são maiores.
“Se tenho críticas ao Flávio, tenho muito mais ao PT”, disse Zema.
As declarações ocorrem após o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e irmão de Flávio, sugerir em rede social um “rompimento geral” com o Novo em reação às críticas feitas por Zema.
