Parreira acorda quando solicitado pelos médicos, tem redução da sedação e apresenta melhora na UTI


Carlos Alberto Parreira, campeão do mundo em 1994
Jornal Nacional/ Reprodução
O ex-técnico da seleção brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos, apresentou evolução no quadro de saúde e, segundo boletim divulgado pelo Hospital Samaritano Barra nesta segunda-feira (22), passou a acordar quando solicitado pela equipe médica. Ele segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com inflamação pulmonar e insuficiência respiratória aguda.
De acordo com o hospital, Parreira está com pouca sedação, mas ainda respira com o auxílio de aparelhos. A unidade informou que o quadro clínico continua apresentando melhora, embora ainda demande cuidados intensivos.
O ex-treinador é acompanhado pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.
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Ex-técnico Carlos Alberto Parreira é internado no Rio de Janeiro
Parreira é acompanhado pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna, além da equipe multidisciplinar responsável pelo tratamento no hospital.
O ex-treinador convive desde 2023 com um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que se desenvolve no sistema linfático — rede de vasos e gânglios responsável pela defesa do organismo.
Parreira chegou a ser considerado em remissão em 2025, mas voltou a necessitar de tratamento oncológico após a retomada da doença, situação que exige acompanhamento rigoroso, especialmente em pacientes mais idosos.
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Confira a nota do Samaritano, na íntegra:
“O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que o paciente Carlos Alberto Parreira continua internado em sua Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com inflamação pulmonar e insuficiência respiratória aguda. Ele está com pouca sedação, acorda quando é solicitado, mas, ainda respira com auxílio de aparelhos. No momento, seu quadro segue com melhora, mas ainda demanda cuidados intensivos.
O paciente está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.
Não há previsão de alta.”
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