Interdição na PA-279: bloqueio é feito por cerca de 450 famílias em Ourilândia do Norte
Um trecho da PA-279, na região conhecida como Caiteté, a cerca de 20 quilômetros de Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará, foi bloqueado por famílias que cobram uma solução para a situação fundiária da área conhecida como Campos Altos. A rodovia foi liberada no início da tarde desta segunda-feira (22).
Segundo os manifestantes, cerca de 450 famílias ligadas à Associação Unidos pela Fé participaram do bloqueio, iniciado no domingo (21). O grupo reivindica uma resposta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) sobre a regularização da área onde estão acampados há aproximadamente sete meses.
De acordo com o movimento, a mobilização foi intensificada após as famílias receberem uma decisão judicial que determina a desocupação da área em até 10 dias.
Durante o protesto, a interdição ocorreu de forma parcial. O tráfego era liberado a cada três horas por um período de 20 minutos para a passagem de veículos. A manifestação provocou filas e transtornos para motoristas que trafegavam pela rodovia.
Equipes da Polícia Militar acompanharam a mobilização e monitoraram a situação no local.
Em nota, o Incra informou que as famílias foram atendidas e orientadas, em mais de uma oportunidade, sobre a situação fundiária da área.
“A cerca da situação relatada, as famílias foram atendidas e informadas, em mais de uma oportunidade, sobre a situação fundiária da área”, informou o instituto.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre novos protestos ou retomada do bloqueio.
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Um trecho da PA-279, na região conhecida como Caiteté, a cerca de 20 quilômetros de Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará, foi bloqueado por famílias que cobram uma solução para a situação fundiária da área conhecida como Campos Altos. A rodovia foi liberada no início da tarde desta segunda-feira (22).
Segundo os manifestantes, cerca de 450 famílias ligadas à Associação Unidos pela Fé participaram do bloqueio, iniciado no domingo (21). O grupo reivindica uma resposta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) sobre a regularização da área onde estão acampados há aproximadamente sete meses.
De acordo com o movimento, a mobilização foi intensificada após as famílias receberem uma decisão judicial que determina a desocupação da área em até 10 dias.
Durante o protesto, a interdição ocorreu de forma parcial. O tráfego era liberado a cada três horas por um período de 20 minutos para a passagem de veículos. A manifestação provocou filas e transtornos para motoristas que trafegavam pela rodovia.
Equipes da Polícia Militar acompanharam a mobilização e monitoraram a situação no local.
Em nota, o Incra informou que as famílias foram atendidas e orientadas, em mais de uma oportunidade, sobre a situação fundiária da área.
“A cerca da situação relatada, as famílias foram atendidas e informadas, em mais de uma oportunidade, sobre a situação fundiária da área”, informou o instituto.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre novos protestos ou retomada do bloqueio.
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