Suspeitos de integrar um grupo criminoso que lavava dinheiro com a venda de bilhetes de jogos de azar e ameaçava apostadores são presos, na manhã desta quarta-feira (24), em uma operação conjunta da Polícia Civil do Piauí (PCPI) e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Ao todo, a polícia busca prender quatro pessoas preventivamente.
A operação também cumpre 28 mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados. Desses, 16 são cumpridos em Teresina (PI). Há também mandados de prisão e busca e apreensão em Pirapora (MG), Timon (MA) e Rondón do Pará (PA). A polícia também pediu o sequestro de R$ 1,1 milhão em bens móveis.
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Segundo a investigação da PCMG, o esquema da venda ilegal de bilhetes numerados dos jogos de azar, especialmente do jogo “Quer Ganhar”, manipulava resultados por meio do controle das “sobras” de bilhetes não vendidos e divulgava os sorteios em plataformas digitais.
Agora no g1
Além disso, apostadores que reivindicavam premiações obtidas nos jogos eram vítimas de ameaças e práticas de intimidação por parte dos suspeitos.
Também foram constatadas práticas de intimidação e ameaças contra apostadores que reivindicavam premiações supostamente obtidas.
O inquérito policial teve início a partir do Relatório Circunstanciado de Investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, que identificou indícios de estrutura criminosa organizada, com divisão de tarefas, recrutamento de vendedores e utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação de valores provenientes da atividade ilícita.
As apurações indicam que o esquema envolvia a comercialização ilícita de bilhetes numerados, manipulação de resultados por meio do controle das “sobras” de bilhetes não vendidos e uso de plataformas digitais para divulgação dos sorteios.
Esta reportagem está em atualização.
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A operação também cumpre 28 mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados. Desses, 16 são cumpridos em Teresina (PI). Há também mandados de prisão e busca e apreensão em Pirapora (MG), Timon (MA) e Rondón do Pará (PA). A polícia também pediu o sequestro de R$ 1,1 milhão em bens móveis.
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Além disso, apostadores que reivindicavam premiações obtidas nos jogos eram vítimas de ameaças e práticas de intimidação por parte dos suspeitos.
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O inquérito policial teve início a partir do Relatório Circunstanciado de Investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, que identificou indícios de estrutura criminosa organizada, com divisão de tarefas, recrutamento de vendedores e utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação de valores provenientes da atividade ilícita.
As apurações indicam que o esquema envolvia a comercialização ilícita de bilhetes numerados, manipulação de resultados por meio do controle das “sobras” de bilhetes não vendidos e uso de plataformas digitais para divulgação dos sorteios.
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