Estudante de colégio militar que morreu aos 17 anos sonhava em ser médica, diz mãe


Estudante de colégio militar morre aos 17 anos
A aluna de um colégio militar em Palmeiras de Goiás, região oeste do estado, que morreu vítima de lúpus, sonhava em ser médica, segundo a mãe dela. Sulamita Ferreira, de 17 anos, cursava o último ano do ensino médio. Ao g1, Angelita Lopes disse que o velório da jovem foi marcado por orações e louvores a Deus.
A jovem morreu nesta quinta-feira (25), em um hospital em Ceres. Segundo a mãe, a menina estava internada em estado grave e seria transferida para Goiânia, mas não resistiu.
“Ontem deu uma parada, mas ela fez hemodiálise e respondeu bem. Ficou tudo estável, mas ainda era grave. […] Ela ia fazer outra hemodiálise e não aguentou, deu uma parada de 1 hora, os rins paralisaram e prejudicou o cérebro dela”, disse a mãe.
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Nas redes sociais, colegas, amigos e familiares lamentaram a partida de Sulamita. O Colégio Estadual em que ela estudava publicou uma nota de pesar manifestando solidariedade à família da jovem, que estava no último ano do ensino médio.
“Sua partida deixa um vazio em nossa comunidade escolar e sua lembrança permanecerá viva na memória de todos”, diz o texto.
Estudante de colégio militar morreu aos 17 anos em decorrência da doença de lúpus, em Goiás
Arquivo pessoal/Angelita Lopes
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Homenagens
Os colegas de turma de Sulamita fizeram uma homenagem a ela com um texto publicado nas redes sociais da sala. A jovem foi descrita pelos colegas como uma pessoa especial, “dona de um jeito único”.
“Ainda é difícil acreditar que você se foi. Sua partida deixa um vazio imenso, não só na nossa sala, mas no coração de cada pessoa que teve o privilégio de crescer com você ao lado”, diz o comunicado.
Em uma última homenagem, os alunos prestaram uma continência e soltaram balões brancos durante o sepultamento da menina. “Obrigado, estrelinha, por todos os anos que compartilhamos em sala de aula e por sempre honrar o Colégio Militar. Hoje, seremos nós que vamos te honrar”, escreveram no vídeo.
Segundo um familiar, Sulamita era uma jovem trabalhadora e com ela “não tinha tempo ruim”. Em diversas publicações sobre a morte de Sulamita, os amigos deixaram palavras de carinho e lembranças.
“Descansa em paz, princesa! Nós te amamos muito, nossa turma está incompleta sem você”, escreveu uma colega de sala.
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