A Suprema Corte dos Estados Unidos voltou a derrubar limites aos gastos de campanha, rejeitando nesta terça-feira (30) as restrições federais aos gastos coordenados entre partidos políticos e seus candidatos, sob o entendimento de que tais limitações violam a liberdade de expressão.
O tribunal decidiu, por 6 votos a 3, a favor do vice-presidente JD Vance e de outros autores republicanos da ação, concluindo que o limite imposto ao valor que os partidos podem gastar em campanhas em coordenação com seus candidatos viola a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão contra restrições impostas pelo governo. Um tribunal inferior havia considerado esses limites constitucionais.
Os seis ministros de perfil conservador formaram a maioria, enquanto os três ministros liberais votaram contra.
Vance concorria ao Senado dos Estados Unidos por Ohio quando a ação que contestava as restrições foi apresentada, em 2022.
A decisão da Suprema Corte sobre financiamento de campanhas é divulgada às vésperas das eleições legislativas de meio de mandato de novembro, nas quais os republicanos do presidente Donald Trump buscam manter o controle do Congresso.
Esta reportagem está em atualização.
O tribunal decidiu, por 6 votos a 3, a favor do vice-presidente JD Vance e de outros autores republicanos da ação, concluindo que o limite imposto ao valor que os partidos podem gastar em campanhas em coordenação com seus candidatos viola a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão contra restrições impostas pelo governo. Um tribunal inferior havia considerado esses limites constitucionais.
Os seis ministros de perfil conservador formaram a maioria, enquanto os três ministros liberais votaram contra.
Vance concorria ao Senado dos Estados Unidos por Ohio quando a ação que contestava as restrições foi apresentada, em 2022.
A decisão da Suprema Corte sobre financiamento de campanhas é divulgada às vésperas das eleições legislativas de meio de mandato de novembro, nas quais os republicanos do presidente Donald Trump buscam manter o controle do Congresso.
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