Londres, 2 Jul 2026 (AFP) – O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, apresentou nesta quinta-feira (2) um pedido oficial de desculpas pelas mais de 185 mil adoções forçadas de crianças nascidas de mães solteiras ao longo de décadas após a Segunda Guerra Mundial.
“Estamos profunda e sinceramente arrependidos em relação às mães a quem disseram que não eram aptas para criar seus filhos, às quais foram impedidas de cuidar dos filhos que tanto desejavam e que carregaram essa perda durante décadas”, declarou Starmer perante o Parlamento.
Entre o fim da década de 1940 e meados da de 1970, calcula-se que mais de 185 mil bebês nascidos de mães solteiras no Reino Unido foram separados delas e entregues à adoção, muitas vezes sob intensa pressão exercida por hospitais, serviços sociais, organizações de caridade e entidades religiosas.
Nesta quinta-feira, diante do Parlamento, o chefe de Governo qualificou o escândalo como uma “mancha” na história do Reino Unido.
Em muitos casos, as mulheres foram convencidas ou coagidas a entregar seus filhos, sob o argumento de que não eram aptas para criá-los ou de que a criança teria um futuro melhor com uma família em matrimônio.
Muitas mães relataram que mal puderam ver seus bebês antes de serem entregues à adoção.
Uma investigação independente concluiu que as práticas constituíram uma grave injustiça e recomendou que o governo apresentasse um pedido oficial de desculpas.
“A vergonha não pertence a vocês. Nunca pertenceu. Ela pertence a nós. Digo isso em nome de todo o país e digo a todas as pessoas afetadas: lamentamos profunda e sinceramente”, acrescentou Starmer.
O primeiro-ministro havia se reunido previamente em sua residência de Downing Street com mães e filhos vítimas dessas adoções forçadas, elogiando sua “extraordinária coragem”.
“Estamos profunda e sinceramente arrependidos em relação às mães a quem disseram que não eram aptas para criar seus filhos, às quais foram impedidas de cuidar dos filhos que tanto desejavam e que carregaram essa perda durante décadas”, declarou Starmer perante o Parlamento.
Entre o fim da década de 1940 e meados da de 1970, calcula-se que mais de 185 mil bebês nascidos de mães solteiras no Reino Unido foram separados delas e entregues à adoção, muitas vezes sob intensa pressão exercida por hospitais, serviços sociais, organizações de caridade e entidades religiosas.
Nesta quinta-feira, diante do Parlamento, o chefe de Governo qualificou o escândalo como uma “mancha” na história do Reino Unido.
Em muitos casos, as mulheres foram convencidas ou coagidas a entregar seus filhos, sob o argumento de que não eram aptas para criá-los ou de que a criança teria um futuro melhor com uma família em matrimônio.
Muitas mães relataram que mal puderam ver seus bebês antes de serem entregues à adoção.
Uma investigação independente concluiu que as práticas constituíram uma grave injustiça e recomendou que o governo apresentasse um pedido oficial de desculpas.
“A vergonha não pertence a vocês. Nunca pertenceu. Ela pertence a nós. Digo isso em nome de todo o país e digo a todas as pessoas afetadas: lamentamos profunda e sinceramente”, acrescentou Starmer.
O primeiro-ministro havia se reunido previamente em sua residência de Downing Street com mães e filhos vítimas dessas adoções forçadas, elogiando sua “extraordinária coragem”.
