
Delegacia Interativa de Polícia de Barreirinha
Divulgação/PC-AM
Seis detentos fugiram da Delegacia de Polícia de Barreirinha, no interior do Amazonas, após serrarem as grades da cela onde estavam presos na madrugada de sábado (4). Desde então, equipes das polícias Civil e Militar realizam buscas na cidade e na zona rural para tentar localizar os foragidos, que ainda não foram recapturados.
Segundo a Polícia Civil, os presos usaram uma rede para alcançar o teto da unidade e, com uma serra, cortaram as grades da cela antes de escapar.
As buscas contam com o apoio do Grupamento de Operações Especiais (GOE), que foi enviado ao município para reforçar a operação. Até a manhã desta segunda-feira (6), nenhum dos fugitivos havia sido localizado.
📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp
Os foragidos foram identificados como:
Adriel Pinheiro;
Angelo Viana de Assis;
Gabriel Roberto Xavier;
Gavilan Alencar da Costa;
Kelvin da Silva;
Messias da Silva e Silva.
Após fuga em massa, detentos são transferidos de Maués para Manaus
Entre os fugitivos estão suspeitos de crimes como homicídio e tortura.
De acordo com a Polícia Civil, além dos detentos, também são procuradas pessoas que teriam ajudado o grupo a fugir. Os suspeitos já foram identificados, mas os nomes não foram divulgados.
Em nota, a corporação informou que segue empenhada nas buscas desde o dia da fuga e pediu a colaboração da população. Informações que possam ajudar na localização dos foragidos podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone (92) 99115-2095.
Fugas se repetem no Baixo Amazonas
A fuga em Barreirinha é mais um caso registrado na região do Baixo Amazonas nos últimos meses.
Em 24 de dezembro de 2025, 14 detentos fugiram da unidade prisional de Maués. Na ocasião, os presos aproveitaram o horário de banho de sol para serrar uma grade de proteção do pátio e escapar. Entre os foragidos havia suspeitos de crimes como homicídio, roubo e tráfico de drogas.
Poucos dias depois, em 29 de dezembro, dois detentos fugiram da carceragem da Delegacia de Polícia de Parintins. Eles foram identificados como Wellington Matheus Alves Pinto e Felipe dos Santos Azevedo. Segundo a polícia, a dupla utilizou uma “teresa”, nome dado a cordas improvisadas com lençóis ou pedaços de tecido usadas para facilitar fugas.
Somando os casos de Maués e Parintins, 16 presos escaparam das unidades. Desses, nove foram recapturados e sete continuam foragidos.
