Os Estados Unidos lançaram nesta terça-feira (7) uma série de ataques contra o Irã em resposta aos ataques contra três embarcações comerciais que transitavam pelo Estreito de Ormuz, informou o Comando Central das Forças Armadas americanas (Centcom).
Segundo o Centcom, a ofensiva tem como objetivo impor “custos elevados” ao Irã por atacar navios comerciais tripulados por civis em uma importante rota marítima internacional.
“O Irã demonstrou uma agressão injustificada, perigosa e que representa uma clara violação do cessar-fogo”, afirmou o comando militar americano em comunicado.
A TV estatal iraniana informou que várias explosões foram registradas em Sirik, cidade portuária no sul do Irã, próxima ao Estreito de Ormuz. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre a causa das explosões nem sobre possíveis vítimas.
Mais cedo, a agência britânica de segurança marítima UKMTO informou que três navios haviam sido atingidos por projéteis nas águas do Estreito de Ormuz.
A primeira embarcação foi atingida por pelo menos um projétil de origem desconhecida próximo à costa de Omã, provocando um incêndio, segundo a UKMTO.
O Catar afirmou que uma das embarcações atingidas era o navio “Al Rekayyat” e responsabilizou o Irã pelo ataque.
“Consideramos o Irã plenamente responsável, do ponto de vista legal, por esse ataque e por qualquer dano ou repercussão decorrente dele”, declarou o ministro das Relações Exteriores do Catar, Majed Al Ansari.
A UKMTO informou ainda que dois petroleiros foram atingidos na região e que um terceiro navio sofreu danos estruturais leves após ser atingido por um veículo aéreo não tripulado de origem desconhecida.
Nos três casos, a agência afirmou que não houve feridos nem danos ao meio ambiente.
Os incidentes ocorreram apesar do cessar-fogo firmado entre Estados Unidos e Irã após a guerra iniciada com ataques americanos e israelenses contra Teerã no fim de fevereiro.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo. Durante o conflito, o Irã bloqueou a passagem, e o futuro da via marítima segue sendo um dos principais pontos de atrito nas negociações entre Teerã e Washington para um acordo definitivo.
Segundo o Centcom, a ofensiva tem como objetivo impor “custos elevados” ao Irã por atacar navios comerciais tripulados por civis em uma importante rota marítima internacional.
“O Irã demonstrou uma agressão injustificada, perigosa e que representa uma clara violação do cessar-fogo”, afirmou o comando militar americano em comunicado.
A TV estatal iraniana informou que várias explosões foram registradas em Sirik, cidade portuária no sul do Irã, próxima ao Estreito de Ormuz. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre a causa das explosões nem sobre possíveis vítimas.
Mais cedo, a agência britânica de segurança marítima UKMTO informou que três navios haviam sido atingidos por projéteis nas águas do Estreito de Ormuz.
A primeira embarcação foi atingida por pelo menos um projétil de origem desconhecida próximo à costa de Omã, provocando um incêndio, segundo a UKMTO.
O Catar afirmou que uma das embarcações atingidas era o navio “Al Rekayyat” e responsabilizou o Irã pelo ataque.
“Consideramos o Irã plenamente responsável, do ponto de vista legal, por esse ataque e por qualquer dano ou repercussão decorrente dele”, declarou o ministro das Relações Exteriores do Catar, Majed Al Ansari.
A UKMTO informou ainda que dois petroleiros foram atingidos na região e que um terceiro navio sofreu danos estruturais leves após ser atingido por um veículo aéreo não tripulado de origem desconhecida.
Nos três casos, a agência afirmou que não houve feridos nem danos ao meio ambiente.
Os incidentes ocorreram apesar do cessar-fogo firmado entre Estados Unidos e Irã após a guerra iniciada com ataques americanos e israelenses contra Teerã no fim de fevereiro.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas do comércio mundial de petróleo. Durante o conflito, o Irã bloqueou a passagem, e o futuro da via marítima segue sendo um dos principais pontos de atrito nas negociações entre Teerã e Washington para um acordo definitivo.
