
Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, é procurado por estupro coletivo em Copacabana
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Policiais da 12ª DP (Copacabana) tentam prender, na manhã desta quinta-feira (9), Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, acusado de participação no estupro coletivo de uma jovem em agosto de 2023, em Botafogo, Zona Sul do Rio.
O jovem teria praticado o crime junto a outros dois menores de idade à época dos fatos, sendo que ambos estão envolvidos diretamente a outro estupro coletivo, em janeiro deste ano, em Copacabana. Os agentes foram até a casa de Gabriel, no Catumbi, na região central do Rio, para cumprir o mandado de prisão, mas ele não foi localizado e passou a ser considerado foragido da Justiça.
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De acordo com as investigações, no dia 22 de agosto de 2023, na Rua São Clemente, em Botafogo, os três se reuniram na residência de Mattheus Veríssimo Zoel Martins, à época com 17 anos. Segundo a vítima, ela foi atraída ao local por um menor, de 14 anos, para um suposto encontro privado.
“Além do mandado de prisão, a Justiça também decretou o mandado de busca e apreensão para que a gente possa aprender celulares e dispositivos eletrônicos com o objetivo de trazer mais provas à investigação”, explicou o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana).
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Em seu depoimento, a mãe da adolescente contou que, após ir para o quarto com o menor, a jovem foi coagida a permitir a entrada dos outros dois acusados: Matheus e Gabriel, então conhecido apenas como “De Paris”.
Ainda segundo o relato, a vítima foi então submetida, por cerca de uma hora e meia, a sexo forçado com os três jovens e foi agredida com tapas no rosto e socos na costela. Após o fato, o vídeo com as filmagens ainda teria sido divulgado, como forma de constrangimento.
Matheus e o menor também respondem na Justiça por fato análogo ao crime de estupro coletivo qualificado em relação ao caso de Botafogo. Ambos já tiveram seus mandados de internação provisória cumpridos.
Ao ser preso, no início de março, Mattheus foi questionado pela polícia sobre as acusações de 2023, mas exerceu seu direito constitucional ao silêncio. O mesmo ocorreu com o menor de idade, que ficou calado diante dos questionamentos. Já Gabriel havia negado participação nos fatos, embora tenha confirmado conhecer os outros dois jovens e frequentar a residência de Mattheus.
Estupro coletivo em Copacabana
Em maio , a Vara da Infância e da Juventude da Capital já havia determinado a internação do adolescente menor por envolvimento no caso do estupro coletivo de Copacabana. A decisão levou em conta a gravidade do crime e a violência praticada contra a vítima, uma jovem de 17 anos.
Segundo a decisão, o adolescente teria planejado uma emboscada contra a vítima, com quem mantinha um relacionamento afetivo. Ele foi submetido à medida de internação, sem possibilidade de sair para atividades externas por um período inicial de seis meses.
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A decisão foi assinada pela juíza Vanessa Cavalieri, que destacou a gravidade da conduta e a necessidade de uma medida mais rígida, tanto para a responsabilização quanto para a tentativa de recuperação do jovem. Além do menor, outros quatro homens se tornaram réus por participação no crime.
Eles seguem presos e respondem na Justiça pelo mesmo crime: Mattheus Verissimo Zoel Martins, João Gabriel Xavier Bertho, Vitor Hugo Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti foram indiciados e denunciados por estupro coletivo qualificado (cometido em concurso de pessoas) e cárcere privado.
Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e buscas por 4 homens e 1 menor
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