Trump diz que conversou com Lindsey Graham horas antes de senador ser encontrado morto nos EUA


Senador Lindsey Graham fala com a imprensa em Kiev, capital da Ucrânia, em 10 de julho de 2026
REUTERS/Valentyn Ogirenko
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que conversou com o senador Lindsey Graham na noite deste sábado (11), poucas horas antes de o parlamentar ser encontrado morto em casa.
Graham tinha 71 anos e era um dos principais conselheiros de Trump em assuntos de política externa. Trump falou sobre o senador em entrevista por telefone ao programa “Meet the Press”, da rede NBC.
“É difícil perdê-lo. Ele era ótimo e muito especial, em todos os sentidos”, disse Trump.
Segundo o presidente, Graham havia acabado de voltar de uma viagem para Kiev, na Ucrânia, e relatou estar cansado. “Mas, tirando o cansaço, ele estava ótimo”, disse Trump.
De acordo com o comunicado do gabinete de Graham, o senador morreu após uma “doença repentina e breve”. A causa oficial da morte, no entanto, não foi divulgada.
Trump disse, na entrevista, acreditar que Graham teve uma “morte rápida” e que não tinha maiores detalhes. “Talvez não seja o pior jeito de partir”, completou.
Agora no g1
O presidente relatou que a ligação aconteceu por volta das 19h e que, poucas horas depois, no início da madrugada deste domingo (12), recebeu uma mensagem da equipe do senador informando a morte.
Ao longo da entrevista, Trump afirmou que Graham era “como um membro da sua família” e que “amava ser um político”.
Segundo apuração da própria NBC, o serviço de emergência atendeu a um chamado de parada cardíaca no endereço de Graham. Esta informação, no entanto, não foi confirmada.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou estar “profundamente entristecido” com a morte de Graham, e o descreveu como um “verdadeiro defensor da liberdade e dos valores que tornam o nosso mundo mais seguro.”
Trajetória política
Graham foi eleito para o Senado dos Estados Unidos em 2002. O site do senador afirma que ele “defendeu de forma consistente resultados na Guerra ao Terror que protegessem os interesses de segurança nacional de longo prazo” dos Estados Unidos.
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