Corpo de mulher é encontrado em estacionamento de UBS em SP

UBS Mata Virgem, em São PauloReprodução/Google

O corpo de uma mulher ainda não identificada foi encontrado na manhã de segunda-feira (13) no estacionamento da Unidade Básica de Saúde (UBS) Mata Virgem, no bairro Eldorado, Zona Sul de São Paulo. Uma funcionária da unidade localizou o corpo e acionou a Guarda Civil Metropolitana (GCM).

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica. O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu a investigação. Até o momento, não há informação sobre suspeitos presos ou identificados.

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A mulher estava com os pulsos amarrados e envolvida em sacos e cobertores. A identidade, a causa da morte e o horário em que o corpo foi deixado no estacionamento ainda são apurados.

A UBS Mata Virgem fica na estrada da Saúde, no distrito de Pedreira, perto da divisa de São Paulo com Diadema. A Prefeitura ainda não informou se o atendimento aos pacientes foi afetado pela ocorrência.

Polícia procura identificar a mulher

A Guarda Civil Metropolitana foi a primeira força de segurança acionada. Os agentes confirmaram a presença do corpo e preservaram o estacionamento até a chegada das equipes responsáveis pela investigação.

A perícia deverá procurar vestígios que ajudem a esclarecer se a mulher foi morta no próprio estacionamento ou levada ao local. Imagens de câmeras da UBS e de imóveis próximos também podem indicar quando e como o corpo chegou à unidade.

A Polícia Civil ainda tenta identificar a mulher. O trabalho deverá incluir a análise de impressões digitais, documentos, registros de desaparecimento e exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).

Também não foi informado se algum objeto foi encontrado no estacionamento ou junto ao corpo. A motivação do crime permanece desconhecida.

O iG entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) e pediu informações sobre a identificação da mulher, a causa preliminar da morte, as diligências realizadas e a existência de suspeitos.

A reportagem também procurou as secretarias municipais da Saúde e de Segurança Urbana. Até a publicação, os órgãos não haviam respondido. O espaço segue aberto.

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