
Vender mais barato ou cobrar mais caro?
Muitos empreendedores acreditam que vender mais é sinônimo de lucrar mais. Mas isso nem sempre acontece. O faturamento pode até crescer, enquanto a margem de lucro diminui e o dinheiro não sobra no caixa.
Em muitos casos, o problema não está nas vendas, mas na forma como os preços são definidos.
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Segundo orientações do Sebrae, alguns erros são comuns na hora da precificação: copiar o preço dos concorrentes, ignorar os próprios custos, oferecer descontos sem conhecer a margem de lucro e definir valores apenas no “achismo”.
Para calcular o preço de um produto ou serviço, o primeiro passo é levantar todos os custos do negócio.
Além das despesas diretas, é preciso incluir gastos recorrentes, como aluguel, internet, energia e taxas, além do tempo e do esforço envolvidos na produção, no atendimento e na entrega.
Com essas informações, o empreendedor consegue definir um preço mínimo de venda, que funciona como uma margem de segurança para evitar prejuízos e garantir que cada venda gere retorno para o negócio.
Os especialistas também alertam que o preço não deve ser fixo.
A recomendação é revisar os valores periodicamente para acompanhar aumentos de custos, mudanças no mercado e o crescimento da empresa, mantendo a operação financeiramente saudável.
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Caíque Rodrigues/g1 RR
