
Nascido numa família que carrega tradicionalmente o DNA político, Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto, conhecido como ACM Neto, por trás da vida pública, tem rotina moldada no planejamento empresarial, advocacia e hábitos reservados na capital baiana.
Natural de Salvador (BA), ACM Neto nasceu em 26 de janeiro de 1979 e tem 47 anos atualmente. Ele é filho de Antônio Carlos Magalhães Júnior e Maria do Rosário Magalhães, e carrega o nome do seu avô falecido, o senador e ex-governador Antônio Carlos Magalhães. Ele é casado e tem três filhos.

Vida acadêmica
ACM Neto tem formação primária no direito. Ele se graduou no ensino superior como bacharel em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), habilitando-se posteriormente como advogado.
Ele atua também como empresário e ocupa liderança político-partidária, exercendo cargos de destaque na direção nacional do partido União Brasil, como na presidência e secretaria geral, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além disso, assumiu a presidência da Fundação Instituto Índigo, que funciona como uma escola de pensamento do União Brasil. O neto do ACM esteve a frente pesquisas de dados, formação de propostas políticas públicas e formação de pessoas.
Trajetória pública
Já a vida pública de ACM Neto começou muito cedo. Aos vinte anos, foi assessor técnico na Secretaria de Educação do Estado da Bahia, de 1999 e 2002. Seu primeiro mandato político veio em seguida, quando foi eleito deputado federal pela Bahia, em 2003, com 24 anos.
Ele cumpriu três mandatos consecutivos, ocupando a cadeira do parlamento da Câmara dos Deputados de 2003 até 2012, onde projetou seu nome no meio político para além da relação familiar com avô. ACM Neto saiu da esfera federal e se voltou para a gestão executiva municipal, disputando e vencendo as eleições para a Prefeitura de Salvador (BA).

O baiano foi prefeito da capital baiana por dois mandatos seguidos, de janeiro de 2013 até dezembro de 2020. Já em 2022, entrou na disputa estadual para ocupar a cadeira do governo da Bahia, chegando ao segundo turno do pleito, mas perdeu a disputa para o concorrente petista.
O herdeiro político cultiva a veia administrativa como um dos principais pilares de sua identidade pública e de seus pronunciamentos.
