O ex-subsecretário adjunto de Gestão Operacional da Secretaria de Administração Penitenciária do RJ, Moysés Henrique Marques, foi alvo de uma operação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), nesta quinta-feira (23), por suspeita de produzir e disseminar um dossiê falso contra autoridades.
De acordo com as investigações, pessoas ligadas ao governo estadual, incluindo políticos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e integrantes do Judiciário eram alvos do ex-subsecretário.
Segundo a Polícia Civil, Moysés Marques é apontado como autor dos crimes de injúria, difamação e obstrução de justiça.
A polícia afirma que o material foi fabricado com o objetivo de acusar o governo de realizar escutas ilegais — a chamada “arapongagem” — por meio da Subsecretaria de Inteligência da Seap, numa tentativa de criar atrito entre autoridades.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A apuração teve início após o rastreamento de fragmentos de mensagens apagadas em um celular corporativo utilizado por Moysés.
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De acordo com a Draco, o dossiê foi produzido para atender aos interesses de um grupo ligado à exploração de cantinas em presídios, atividade encerrada pela atual gestão da Seap em 2024.
Moysés Marques ocupou o cargo de subsecretário adjunto da Seap em 2020 e já havia sido alvo da Operação Hiperfagia, do Ministério Público do Rio (MPRJ), que investigou um esquema de fraude em licitações e superfaturamento no fornecimento de alimentação para o sistema prisional, com prejuízo estimado em R$ 350 milhões.
A Seap informou que o servidor responde a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e a duas sindicâncias, sendo a mais recente por coagir colegas a coletar documentos internos para sustentar denúncias contra rivais.
Em nota, a secretaria repudiou qualquer tentativa de desestabilização institucional ou manipulação de informações com fins pessoais.
De acordo com as investigações, pessoas ligadas ao governo estadual, incluindo políticos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e integrantes do Judiciário eram alvos do ex-subsecretário.
Segundo a Polícia Civil, Moysés Marques é apontado como autor dos crimes de injúria, difamação e obstrução de justiça.
A polícia afirma que o material foi fabricado com o objetivo de acusar o governo de realizar escutas ilegais — a chamada “arapongagem” — por meio da Subsecretaria de Inteligência da Seap, numa tentativa de criar atrito entre autoridades.
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Moysés Marques ocupou o cargo de subsecretário adjunto da Seap em 2020 e já havia sido alvo da Operação Hiperfagia, do Ministério Público do Rio (MPRJ), que investigou um esquema de fraude em licitações e superfaturamento no fornecimento de alimentação para o sistema prisional, com prejuízo estimado em R$ 350 milhões.
A Seap informou que o servidor responde a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e a duas sindicâncias, sendo a mais recente por coagir colegas a coletar documentos internos para sustentar denúncias contra rivais.
Em nota, a secretaria repudiou qualquer tentativa de desestabilização institucional ou manipulação de informações com fins pessoais.
