A Polícia Federal prendeu, na sexta-feira (24), o ex-presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho (Emdur), Mário Sérgio Leiras. O ex-gestor foi condenado por participar de um esquema de corrupção que desviou cerca de R$ 27 milhões dos cofres da prefeitura.
Segundo as investigações, o grupo envolvido no esquema usava empresas de fachada para simular serviços de limpeza urbana que nunca foram realizados. Os contratos eram superfaturados e o dinheiro público era desviado.
A prisão foi determinada pela Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça de Rondônia (Vepema)
A condenação do ex-presidente foi considerada definitiva pela Justiça, o que levou ao cumprimento do mandado de prisão. Ele foi localizado por agentes da PF em Porto Velho e levado à Superintendência Regional da Polícia Federal, onde foram tomadas as medidas legais.
O esquema funcionou entre 2015 e 2016 e envolvia servidores públicos e empresários. A Justiça apontou que o ex-presidente da Emdur tinha papel central na fraude, autorizando pagamentos indevidos e assinando documentos falsos. Ele foi condenado a mais de 11 anos de prisão por crimes como peculato e organização criminosa.
Segundo as investigações, o grupo envolvido no esquema usava empresas de fachada para simular serviços de limpeza urbana que nunca foram realizados. Os contratos eram superfaturados e o dinheiro público era desviado.
A prisão foi determinada pela Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça de Rondônia (Vepema)
A condenação do ex-presidente foi considerada definitiva pela Justiça, o que levou ao cumprimento do mandado de prisão. Ele foi localizado por agentes da PF em Porto Velho e levado à Superintendência Regional da Polícia Federal, onde foram tomadas as medidas legais.
O esquema funcionou entre 2015 e 2016 e envolvia servidores públicos e empresários. A Justiça apontou que o ex-presidente da Emdur tinha papel central na fraude, autorizando pagamentos indevidos e assinando documentos falsos. Ele foi condenado a mais de 11 anos de prisão por crimes como peculato e organização criminosa.
