
O McDonald’s decidiu entrar de vez no universo da velocidade. A rede se tornou parceira oficial da Oracle Red Bull Racing durante o Grande Prêmio de São Paulo 2025 e uniu duas marcas que vivem de energia — uma nos bastidores das pistas, outra pelas ruas das cidades.
A colaboração, inédita no Brasil, é mais do que uma ação promocional. É um movimento que traduz o novo olhar das grandes marcas sobre o entretenimento esportivo: sair do simples patrocínio para criar experiências tangíveis, com sabor e propósito.
Para celebrar, o Méqui lançou uma coleção de miniaturas do carro RB21, pilotado por Max Verstappen nesta temporada da Fórmula 1. O modelo, que virou ícone da performance dentro das pistas, agora ganha espaço nas bandejas dos consumidores.
As miniaturas podem ser adquiridas em restaurantes selecionados de sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Distrito Federal. Os cupons estão disponíveis pelo aplicativo e cada cliente pode garantir até dois colecionáveis — uma disputa que promete ser quase tão acirrada quanto as corridas.
O combo é composto por uma McOferta, lata de Red Bull e o carrinho em escala reduzida. E a parceria se estende para dentro dos restaurantes, com a inclusão do Red Bull Energy Drink no cardápio. Uma jogada simbólica — e estratégica — que transforma o produto em parte da rotina de consumo da marca e conecta o que se bebe nas arquibancadas ao que se vive no dia a dia.

Durante as oito semanas de parceria, o logo do McDonald’s vai estampar o halo do carro da equipe e o espaço da garagem da Red Bull Racing. É visibilidade global e, mais do que isso, uma presença afetiva: o Méqui coloca sua marca onde o público vibra — e onde o som dos motores conversa com a energia da juventude.
Na capital paulista
Em São Paulo, essa conexão entre McDonald’s e Oracle Red Bull Racing foi além. Duas unidades da rede — a Méqui 1000, na Avenida Paulista, e a da Henrique Schaumann, em Pinheiros — foram transformadas em verdadeiros boxes da Fórmula 1.
Na Paulista, o público pode ver de perto um carro RB21 pilotado por Max Verstappen, participar de jogos digitais que testam reflexos e mergulhar em uma ambientação que reproduz o clima de corrida. Já em Pinheiros, o drive-thru virou uma réplica de Interlagos, com o carro RB4 de 2008 em exposição, simuladores de pilotagem e até o “Pit Stop Challenge”, no qual visitantes testam a troca de pneus como profissionais. O público pode aproveitar para conhecer e viver esta experiência até o dia 10 de novembro.
As ativações, no entanto, não se limitaram aos restaurantes. Durante a semana do GP, a “Car Parade” levou pelas ruas de São Paulo nove veículos — entre eles minis Red Bull, Mustangs Ford e até um F150 Raptor que puxou o lendário RB4.
A carreata passou por pontos icônicos da cidade, com paradas no Méqui da Praça Pan e na unidade da Henrique Schaumann. Já o Event Car “Mano”, que acontece entre os dias 7 e 9 de novembro, transforma estacionamentos de restaurantes em verdadeiros pit stops musicais, com DJs e experiências interativas em regiões como Avenida 23 de Maio, Jurubatuba e Interlagos.
Experiência
O resultado é um case que mostra como o marketing esportivo tem acelerado na direção certa: deixar de vender apenas produtos para entregar experiências que unem paixão, cultura e identidade de marca.
E, se depender da McDonald’s e da Red Bull, o pit stop será rápido — mas o impacto, de longa duração.
