A reunião no Palácio do Planalto para tratar de segurança pública foi marcada ontem, dia de grande movimentação em torno do projeto de lei Antifacção no governo e no Congresso.
O perfil dos convocados é estratégico: dos nove ministros presentes, seis foram governadores de estado.
De acordo com um dos participantes, o objetivo da conversa é fazer uma avaliação geral sobre o tema. Lula quer ouvir opiniões dos atuais ministros que, no passado, lidaram diretamente com segurança pública quando administraram seus estados.
“É preciso saber o fazer para resolver o problema da insegurança e montar um discurso. O assunto tem gerado muito engajamento” – disse um ministro.
Ontem, governadores da direita se reuniram com o presidente da Câmara, Hugo Motta, do Republicanos. Eles pediram e conseguiram o adiamento da votação do projeto contra facções.
Desde a crise de segurança no Rio de Janeiro, no fim de outubro, o grupo tem atuado de forma unificada nas articulações de medidas de combate ao crime organizado.
O perfil dos convocados é estratégico: dos nove ministros presentes, seis foram governadores de estado.
De acordo com um dos participantes, o objetivo da conversa é fazer uma avaliação geral sobre o tema. Lula quer ouvir opiniões dos atuais ministros que, no passado, lidaram diretamente com segurança pública quando administraram seus estados.
“É preciso saber o fazer para resolver o problema da insegurança e montar um discurso. O assunto tem gerado muito engajamento” – disse um ministro.
Ontem, governadores da direita se reuniram com o presidente da Câmara, Hugo Motta, do Republicanos. Eles pediram e conseguiram o adiamento da votação do projeto contra facções.
Desde a crise de segurança no Rio de Janeiro, no fim de outubro, o grupo tem atuado de forma unificada nas articulações de medidas de combate ao crime organizado.
