O Piauí de Riquezas deste sábado (15) contou histórias e curiosidades de importantes figuras do Piauí. Entre as histórias, estão o cajueiro centenário plantado pelo escritor e imortal da Academia Brasileira de Letras Humberto de Campos em 1896, e uma árvore gameleira cresceu no túmulo da primeira poetisa do estado, Luíza Amélia de Queiroz.
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Na Rua Coronel José Narciso, em Parnaíba, um grande cajueiro plantado pelo jornalista e escritor Humberto de Campos na infância, em 1896, mantém viva a passagem dele pelo Piauí. Natural do Maranhão, mudou-se para a cidade aos seis anos, onde plantou o cajueiro relatado na obra “Um amigo de infância”.
Cajueiro plantado por Humberto de Campos em Parnaíba, no ano de 1896
TV Clube
Humberto de Campos também compartilhou suas histórias na cidade de Parnaíba em outras obras, como o livro “Memórias”.
Na mesma rua do cajueiro centenário, no Cemitério da Igualdade, outra história ligada a natureza chama a atenção: a árvore gameleira que desenvolveu-se sob o túmulo de Luíza Amélia de Queiroz, considerada a primeira poetisa do Piauí, que em vida escreveu um poema com o desejo de ser enterrada à sombra desta planta.
Túmulo de Luíza Amélia de Queiroz, primeira poetisa do Piauí
Andrê Nascimento / g1
Atualmente, a poetisa é patrona da cadeira 28 na Academia Piauiense de Letras (APL), além de ser patrona também da cadeira 24 da Academia Parnaibana de Letras (APAL).
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Na Rua Coronel José Narciso, em Parnaíba, um grande cajueiro plantado pelo jornalista e escritor Humberto de Campos na infância, em 1896, mantém viva a passagem dele pelo Piauí. Natural do Maranhão, mudou-se para a cidade aos seis anos, onde plantou o cajueiro relatado na obra “Um amigo de infância”.
Cajueiro plantado por Humberto de Campos em Parnaíba, no ano de 1896
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Na mesma rua do cajueiro centenário, no Cemitério da Igualdade, outra história ligada a natureza chama a atenção: a árvore gameleira que desenvolveu-se sob o túmulo de Luíza Amélia de Queiroz, considerada a primeira poetisa do Piauí, que em vida escreveu um poema com o desejo de ser enterrada à sombra desta planta.
Túmulo de Luíza Amélia de Queiroz, primeira poetisa do Piauí
Andrê Nascimento / g1
Atualmente, a poetisa é patrona da cadeira 28 na Academia Piauiense de Letras (APL), além de ser patrona também da cadeira 24 da Academia Parnaibana de Letras (APAL).
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