
Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016
REUTERS/Charles Platiau
A Microsoft disse nesta quinta-feira que desativou um conjunto de serviços de computação em nuvem e de inteligência artificial usados por uma unidade do Ministério da Defesa de Israel (IMOD).
A medida foi tomada após uma análise interna encontrar evidências que apoiam relatos da mídia sobre um sistema de vigilância em Gaza e na Cisjordânia.
Brad Smith, presidente da Microsoft, disse que a empresa iniciou a revisão após alegações reportagem do jornal Guardian em agosto sobre uma unidade das Forças de Defesa de Israel.
Enquanto a revisão está em andamento, a Microsoft disse que encontrou evidências que apoiam elementos da reportagem do Guardian, incluindo detalhes sobre o consumo da capacidade de armazenamento do Azure na Holanda e uso de serviços de IA pela unidade do IMOD.
“Não fornecemos tecnologia para facilitar a vigilância em massa de civis”, disse Smith em blog da Microsoft.
