Duas pessoas foram presas em Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó, nesta semana, durante uma operação que investiga furtos de gado na região. Ao todo, 11 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos investigados.
As apurações são conduzidas pela Delegacia de Homicídios de Altamira, que busca identificar todos os envolvidos no esquema criminoso. Segundo a investigação, a maioria dos casos de furto foi registrada na zona rural de Cachoeira do Arari.
As investigações começaram após dois grandes furtos ocorridos no início do ano passado no município. Durante a operação, Paulo Ribeiro dos Santos e Evalaldo Cardoso Silva foram presos em flagrante por posse ilegal de arma.
De acordo com a polícia, os dois já respondem a outros processos na Justiça por crimes como furto, homicídio, associação criminosa e agressão contra mulher. Ainda segundo os investigadores, ambos fariam parte de uma quadrilha envolvida diretamente no furto de búfalos e de gado na região.
Durante as diligências, foram apreendidos munições, equipamentos usados para marcar o gado e oito celulares. Um dos aparelhos, segundo a polícia, pertenceria ao homem apontado como chefe do grupo criminoso.
As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema, que, segundo a polícia, já teria causado grandes prejuízos desde junho do ano passado. Para os investigadores, a atuação do grupo se beneficiava da falta de monitoramento em fazendas localizadas em áreas isoladas do Marajó.
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As apurações são conduzidas pela Delegacia de Homicídios de Altamira, que busca identificar todos os envolvidos no esquema criminoso. Segundo a investigação, a maioria dos casos de furto foi registrada na zona rural de Cachoeira do Arari.
As investigações começaram após dois grandes furtos ocorridos no início do ano passado no município. Durante a operação, Paulo Ribeiro dos Santos e Evalaldo Cardoso Silva foram presos em flagrante por posse ilegal de arma.
De acordo com a polícia, os dois já respondem a outros processos na Justiça por crimes como furto, homicídio, associação criminosa e agressão contra mulher. Ainda segundo os investigadores, ambos fariam parte de uma quadrilha envolvida diretamente no furto de búfalos e de gado na região.
Durante as diligências, foram apreendidos munições, equipamentos usados para marcar o gado e oito celulares. Um dos aparelhos, segundo a polícia, pertenceria ao homem apontado como chefe do grupo criminoso.
As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema, que, segundo a polícia, já teria causado grandes prejuízos desde junho do ano passado. Para os investigadores, a atuação do grupo se beneficiava da falta de monitoramento em fazendas localizadas em áreas isoladas do Marajó.
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