A Polícia Civil de São Paulo investiga se uma mulher teria misturado medicamentos na comida do enteado, de 7 anos, durante uma visita ao pai no Dia das Crianças do ano passado.
O caso, que corre em segredo de Justiça, é investigado por policiais civis do 78º Distrito Policial.
Segundo a TV Globo apurou, o caso aconteceu um condomínio localizado na Alameda Santos, na região dos Jardins, Zona Oeste da capital paulista.
A mãe relatou à policia que a criança passou mal após ingerir um prato de nhoque preparado pela madrasta. O menino teve dores no peito e no estômago.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ainda segundo a mãe, o filho ligou chorando. Ele ficou internado por três dias.
De acordo com a mãe, a madrasta teria confessado a ela e ao ex-marido ter misturado anticoncepcional líquido na comida “para dar um susto” na criança, pois não queria que ela permanecesse na casa do pai.
A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança que mostram a madrasta manipulando uma seringa e adicionando a substância a um prato, que em seguida teria sido entregue ao menino.
Segundo a mãe, a criança apresenta sinais de trauma psicológico e está em acompanhamento médico.
O caso, que corre em segredo de Justiça, é investigado por policiais civis do 78º Distrito Policial.
Segundo a TV Globo apurou, o caso aconteceu um condomínio localizado na Alameda Santos, na região dos Jardins, Zona Oeste da capital paulista.
A mãe relatou à policia que a criança passou mal após ingerir um prato de nhoque preparado pela madrasta. O menino teve dores no peito e no estômago.
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Ainda segundo a mãe, o filho ligou chorando. Ele ficou internado por três dias.
De acordo com a mãe, a madrasta teria confessado a ela e ao ex-marido ter misturado anticoncepcional líquido na comida “para dar um susto” na criança, pois não queria que ela permanecesse na casa do pai.
A polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança que mostram a madrasta manipulando uma seringa e adicionando a substância a um prato, que em seguida teria sido entregue ao menino.
Segundo a mãe, a criança apresenta sinais de trauma psicológico e está em acompanhamento médico.
