O governo de Minas Gerais afirmou, na noite desta segunda-feira (26), que foram identificados danos ambientais decorrentes do transbordamento registrado na Mina de Fábrica, da Vale, entre Congonhas e Ouro Preto, no último fim de semana. A mineradora será autuada.
Segundo o estado, a ocorrência gerou carreamento de sedimentos e assoreamento de cursos d’água afluentes do Rio Maranhão.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) determinou que a Vale cumpra medidas emergenciais como limpeza do local afetado e monitoramento do curso d’água atingido. Também será solicitado à empresa um plano de recuperação ambiental para a limpeza das margens, o desassoreamento e as demais ações necessárias.
Ainda de acordo com o governo de MG, a Vale será autuada por:
intervenção de qualquer natureza que resulte em poluição, degradação ou danos aos recursos hídricos, às espécies vegetais e animais, aos ecossistemas e habitats ou ao patrimônio natural ou cultural, ou que prejudique a saúde, a segurança e o bem-estar da população
deixar de comunicar a ocorrência de acidente com danos ambientais, em até duas horas, contadas do horário em que ocorreu o acidente.
O g1 procurou a Vale, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Reportagem em atualização
Segundo o estado, a ocorrência gerou carreamento de sedimentos e assoreamento de cursos d’água afluentes do Rio Maranhão.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) determinou que a Vale cumpra medidas emergenciais como limpeza do local afetado e monitoramento do curso d’água atingido. Também será solicitado à empresa um plano de recuperação ambiental para a limpeza das margens, o desassoreamento e as demais ações necessárias.
Ainda de acordo com o governo de MG, a Vale será autuada por:
intervenção de qualquer natureza que resulte em poluição, degradação ou danos aos recursos hídricos, às espécies vegetais e animais, aos ecossistemas e habitats ou ao patrimônio natural ou cultural, ou que prejudique a saúde, a segurança e o bem-estar da população
deixar de comunicar a ocorrência de acidente com danos ambientais, em até duas horas, contadas do horário em que ocorreu o acidente.
O g1 procurou a Vale, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Reportagem em atualização
