O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, descartou nesta segunda-feira (9) a possibilidade de eleições no país no curto prazo. A declaração foi dada em entrevista ao canal norte-americano Newsmax. Rodríguez é irmão da presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez.
A Venezuela está sendo administrada por um governo interino desde 3 de janeiro, quando o ditador deposto Nicolás Maduro foi capturado por forças norte-americanas. Naquele dia, Delcy assumiu o comando do país após uma decisão da Suprema Corte.
A presidente interina foi oficialmente empossada em uma cerimônia na Assembleia Nacional dois dias depois da operação dos Estados Unidos. Desde então, a Venezuela vem adotando medidas sob forte pressão do governo de Donald Trump.
Em entrevista ao Newsmax, Jorge Rodríguez disse que, no momento, não é possível fazer eleições para formar um novo governo. Ele citou ainda a necessidade de estabilidade nacional para a realização do pleito.
“Não teremos eleições a curto prazo, antes que a estabilização seja alcançada. Se um acordo eleitoral for firmado e a estabilização progredir, elas poderão ocorrer”, afirmou.
Pela decisão da Suprema Corte da Venezuela, Delcy deve comandar o país de forma interina por 90 dias. O prazo, no entanto, pode ser prorrogado.
No mês passado, o presidente Donald Trump também afirmou que a Venezuela não tinha condições de fazer eleições no curto prazo. Segundo ele, seria necessário “tempo” para que o país possa se recuperar.
Atualmente, a Assembleia Nacional da Venezuela está discutindo um projeto de lei para garantir anistia geral, o que pode abrir caminho para a libertação de todos os presos políticos e retorno de opositores exilados.
O projeto da anistia foi aprovado em primeira votação na quinta-feira (5). No dia seguinte, Jorge Rodríguez chegou a prometer a aprovação definitiva para esta terça-feira (10), com libertação de todos os presos até sexta-feira (13). No entanto, o segundo turno da votação foi adiado.
A Venezuela está sendo administrada por um governo interino desde 3 de janeiro, quando o ditador deposto Nicolás Maduro foi capturado por forças norte-americanas. Naquele dia, Delcy assumiu o comando do país após uma decisão da Suprema Corte.
A presidente interina foi oficialmente empossada em uma cerimônia na Assembleia Nacional dois dias depois da operação dos Estados Unidos. Desde então, a Venezuela vem adotando medidas sob forte pressão do governo de Donald Trump.
Em entrevista ao Newsmax, Jorge Rodríguez disse que, no momento, não é possível fazer eleições para formar um novo governo. Ele citou ainda a necessidade de estabilidade nacional para a realização do pleito.
“Não teremos eleições a curto prazo, antes que a estabilização seja alcançada. Se um acordo eleitoral for firmado e a estabilização progredir, elas poderão ocorrer”, afirmou.
Pela decisão da Suprema Corte da Venezuela, Delcy deve comandar o país de forma interina por 90 dias. O prazo, no entanto, pode ser prorrogado.
No mês passado, o presidente Donald Trump também afirmou que a Venezuela não tinha condições de fazer eleições no curto prazo. Segundo ele, seria necessário “tempo” para que o país possa se recuperar.
Atualmente, a Assembleia Nacional da Venezuela está discutindo um projeto de lei para garantir anistia geral, o que pode abrir caminho para a libertação de todos os presos políticos e retorno de opositores exilados.
O projeto da anistia foi aprovado em primeira votação na quinta-feira (5). No dia seguinte, Jorge Rodríguez chegou a prometer a aprovação definitiva para esta terça-feira (10), com libertação de todos os presos até sexta-feira (13). No entanto, o segundo turno da votação foi adiado.
