Piauiense de 23 anos encontrada morta dentro de casa no DF é sepultada nesta quinta (19) no PI


Quem era piauiense de 23 anos encontrada morta dentro de casa no DF
Arquivo pessoal
Ane Caroline Alves Loseiro Lopes, de 23 anos, será sepultada nesta quinta-feira (19), em Parnaguá, no Sul do Piauí. Ela foi encontrada morta, na madrugada de terça-feira (17), dentro da casa em que morava com o companheiro no Distrito Federal há quase dois anos.
Segundo o tio dela, Adeilton Silva, o corpo de Ane Caroline foi enviado ao Piauí na tarde de quarta-feira (18) para percorrer uma viagem de 12 horas até a cidade natal da jovem.
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Ao g1, Adeilton contou que a família está bastante abalada e sem condições de conversar com outras pessoas após a morte da sobrinha. Ele descreveu a jovem como tranquila, brincalhona e bastante querida.
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“Ela se dava muito bem com a família, com o irmãozinho que ela tem. Todo mundo da família gostava muito dela. Era uma menina maravilhosa. Eu digo menina porque ela tinha comportamento de menina, de pegar uma moto e brincar como se fosse uma bicicleta”, disse o tio.
De acordo com ele, Ane Caroline saiu de casa no período equivalente ao tempo de relacionamento com o companheiro dela, Max Luan Vargas Silva, de 33 anos. O rapaz também é piauiense e trabalha como caminhoneiro no Distrito Federal.
Chamada de vídeo com mãe
Na madrugada de terça, Max fez uma chamada de vídeo com a mãe de Ane Caroline, para quem mostrou a companheira desacordada no chão.
A mãe, que mora no Piauí, pediu que dois familiares que moram no Distrito Federal fossem até a casa do casal. No local, eles encontram Ane morta, com marcas nos braços e nas pernas. A causa da morte é investigada.
“A mãe dela precisou ser levada a um hospital. Ela estava passando mal, só por ver a filha daquele jeito [durante a chamada de vídeo] e não sabia que estava morta. Foi preciso levar a um hospital para poder medicar, para depois os médicos darem a notícia”, afirmou Adeilton.
Caso é investigado
Os parentes da vítima e o companheiro dela foram para a 27ª Delegacia de Polícia Civil, no Recanto das Emas (DF), para prestar depoimentos. Todos foram liberados, pois, de acordo com a polícia, não havia elementos para a prisão de Max.
O advogado de Max afirma que ele nega qualquer tipo de agressão e que ele dormiu em um quarto separado. Segundo a defesa, quando ele acordou, encontrou a vítima no chão.
Um dos familiares de Ane Caroline, que preferiu não se identificar, afirmou que a relação do casal tinha brigas e agressões.
“A gente sabe que toda vez que eles bebiam, eles se agrediam. A mãe dela passou uma vez que ele agrediu ela, que deslocou o maxilar. A gente tem foto dela no hospital pra repor o maxilar de volta”, relatou o parente.
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