
Diante do recente ataque coordenado dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que aconteceu na manhã deste sábado (28), autoridades mundiais se posicionaram e apoiaram ou condenaram os bombardeios.
Em resposta aos ataques em seu país, as forças iranianas seguem atacando o território israelense, com ações coordenadas no Catar, Bahrein, Kuwait e Emirados Árabes, países esses, que tem bases norte-americanas.
Posicionamentos
ONU: O secretário-geral da ONU, Antonio Gutierrez, pediu o fim imediato das hostilidades e alertou para o risco de que o conflito se estornou espalhe para todo o Oriente Médio.
EUA e Israel: a dupla de governos defende que os ataques são necessários para neutralizar ameaças de armas nucleares e mísseis do Irã, além de pressionar o país por mudanças no regime.
O presidente americano, Donald Trump, reforçou que está “protegendo o povo americano” e incentivou a população iraniana a se virar contra seu próprio governo.
China: país pediu que a soberania do Irã seja respeitada e solicitou reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.
Rússia: o governo russo condenou vigorosamente o ataque, definindo como uma “agressão armada não provocada” contra um Estado soberano e exigiu o fim imediato das hostilidades.
União Europeia e França: autoridades europeias expressaram forte preocupação com a escalada e pediram restrição, proteção de civis e respeito pelo direito internacional; Macron, presidente da França, solicitou com urgência uma reunião do Conselho de Segurança da ONU e clamou por negociações diplomáticas para o fim das tensões.
Brasil: o país condenou o ataque coordenado das forças americanas e israelenses e cobrou respeito às normas internacionais e contenção aos bombardeios.
Reino Unido, Espanha, Noruega e Suíça: os países criticaram ambas as partes por seus recentes ataques, defendendo a desescalada e o retorno à diplomacia, pedindo que a ofensiva não chegue a um conflito maior.
Paquistão: o país classificou os ataques como injustificados e pediu um cessar imediato das hostilidades, pedindo por soluções diplomáticas.
Indonésia: o país lamentou o fracasso das negociações e pediu que todas as partes exerçam moderação, oferecendo-se como mediador.
Líbano: o território afirmou que não vai permitir ser arrastado para esse conflito e mostrou medo em relação ao cenário regional e pela estabilidade local.
Países do Golfo (Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Qatar, Jordânia, Bahrain): os países atingidos pelos recentes ataques do Irã, condenaram a retaliação em seus territórios e avaliaram como violação da soberania, ressaltando o direito de defesa após mísseis iranianos atingirem ou serem interceptados em seus espaços aéreos.
