Israel afirma que destruiu bunker militar subterrâneo de Khamenei

Israel afirma que destruiu bunker de de KhameneiReprodução/Rede X

O governo de Israel afirmou, nesta sexta-feira (6), que destruiu  bunker militar subterrâneo de Ali Khamenei, localizado no Teerã. Através de um vídeo, publicado pelas Forças de Defesa israelense, o país ressaltou que cerca de 50 caças foram usados para atacar o local. 

Confira o vídeo:

🎥 WATCH: ~50 Israeli Air Force fighter jets dismantled Ali Khamenei’s underground military bunker beneath the Iranian regime’s leadership compound in Tehran. pic.twitter.com/Nw0tvvQMRX

— Israel Defense Forces (@IDF) March 6, 2026

Segundo Israel, o bunker continuou a ser utilizado por funcionários de alto escalão do regime iraniano após a morte do aiatalá no último sábado (28). O líder supremo iraniano Ali Khamenei foi morto durante ataque coordenado pelos Estados Unidos, juntamente com Israel, no território

Escalada do conflito no Oriente Médio 

Em ataque coordenado, Estados Unidos e Israel bombardearam o Irã na manhã do último sábado (28).  Explosões foram registradas na capital Teerã e em ao menos outras quatro cidades. 

O conflito se escalonou depois da confirmação da morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, morto após ataque norte-americano e israelense no território. O Irã reagiu aos ataques e disparou mísseis contra Israel, além de atacar bases americanas no Oriente Médio.

Com uma nova onda de ataques, Israel iniciou no domingo (1) bombardeando mais uma vez Teerã, capital do Irã, e outras regiões do território. Em resposta, as forças iranianas enviaram uma salva de mísseis para Tel Aviv e Jerusalém, no território Israelense.

Na última quarta-feira (4), Israel lançou novos bombardeios em Teerã. Além disso, o governo israelense também informou que atacou o que seria a infraestrutura do Hezbollah em Beirute.

Mais de 1.000 pessoas foram mortas desde que foram iniciados os ataques na região, de acordo com a agência de direitos humanos sediada nos EUA. Desse quantitativo, de acordo com o levantamento do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), mais de 190 das vítimas são crianças. 

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