Com 7,5 toneladas de aço do World Trade Center em sua proa, o USS New York tornou-se um memorial flutuante e um marco da tecnologia furtiva naval

Com 7,5 toneladas de aço do World Trade Center em sua proa, o USS New York tornou-se um memorial flutuante e um marco da tecnologia furtiva naval

O USS New York é um navio de assalto anfíbio da Marinha dos EUA que carrega um simbolismo histórico inigualável. Conhecido por ter 7,5 toneladas de aço das Torres Gêmeas em sua proa, ele é um memorial flutuante que une tecnologia de defesa à memória nacional.

Por que o USS New York é considerado um memorial do World Trade Center?

A alma do USS New York reside em sua construção, onde o aço recuperado do World Trade Center foi derretido e integrado à estrutura de combate. Esse gesto homenageia as vítimas do 11 de setembro, transformando o navio em um símbolo de resiliência.

A bordo, a cultura de Nova York está presente em cada detalhe, desde os corredores chamados de “Broadway” até a cozinha, apelidada oficialmente de Hell’s Kitchen. É uma embarcação que mantém vivo o lema “Never Forget” em todas as suas operações globais.

Com 7,5 toneladas de aço do World Trade Center em sua proa, o USS New York tornou-se um memorial flutuante e um marco da tecnologia furtiva naval
(Imagem ilustrativa)Navio de assalto anfíbio forjado com aço das Torres Gêmeas e equipado com tecnologia furtiva

Como funciona a redução de seção reta de radar (RCS) no navio?

Embora imponente, o USS New York utiliza engenharia avançada para redução de seção reta de radar (RCS). Seu design evita ângulos retos, com superfícies inclinadas que dissipam as ondas dos radares inimigos, dificultando sua detecção precisa em alto-mar.

Diferente de navios convencionais, seus mastros são estruturas fechadas feitas de materiais compostos. Essa tecnologia protege os sensores internos e minimiza a assinatura eletrônica, permitindo que o gigante de 25 mil toneladas opere com maior discrição em zonas de conflito.

Para mergulhar nos detalhes tecnológicos de uma das embarcações mais avançadas do mundo, selecionamos o conteúdo do canal Not What You Think. No vídeo a seguir, o criador detalha visualmente sua experiência de três noites a bordo do maior navio furtivo da Marinha americana, revelando os segredos de design e as capacidades únicas que tornam essa classe tão especial:

Como a ergonomia beneficia a tripulação masculina e feminina?

O projeto da classe San Antonio foi pioneiro ao considerar a diversidade da força de trabalho moderna. As portas estanques foram calibradas para que 90% da população, independentemente do gênero, consiga operá-las com total segurança e agilidade.

Para que você compreenda as capacidades operacionais deste navio em relação à frota brasileira, preparamos uma comparação técnica baseada no perfil de assalto anfíbio:

Característica USS New York (EUA) NDM Bahia (Brasil – LPD)
Redução de RCS Alta (Design Furtivo) Convencional
Doca Inundável Otimizada para LCAC (Hovercraft) Focada em lanchas de desembarque
Homenagem Histórica Aço do World Trade Center Nome dedicado ao estado da Bahia

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Quais são as capacidades de assalto anfíbio desta embarcação?

O navio possui uma doca inundável (Well Deck) de grandes dimensões, capaz de lançar veículos anfíbios e embarcações de desembarque. Seu deck de voo é projetado para operar aeronaves de rotores basculantes, como o V-22 Osprey, e helicópteros pesados.

Para entender a escala desta infraestrutura naval, apresentamos os indicadores oficiais fornecidos pela US Navy e referenciados pela Marinha do Brasil em estudos de defesa:

  • Comprimento: 208 metros de extensão total.

  • Deslocamento: 25.000 toneladas em plena carga.

  • Capacidade de Transporte: Até 800 fuzileiros navais equipados.

  • Tripulação fixa: Aproximadamente 360 marinheiros.

Qual o papel estratégico desta classe na defesa moderna?

A classe San Antonio serve como a espinha dorsal das operações anfíbias, permitindo a projeção de poder a partir do mar para a terra. Sua versatilidade a torna ideal tanto para missões de combate quanto para assistência humanitária em larga escala.

O investimento em redução de RCS e ergonomia garante que o navio permaneça relevante e eficiente por décadas. O USS New York prova que a engenharia militar pode ser, ao mesmo tempo, uma ferramenta de alta tecnologia e um monumento à história de uma nação.

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