Fábrica clandestina de bebidas é estourada no DF


Apreensões feitas pela PM em uma fábrica clandestina de bebidas no DF
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A Polícia Militar localizou um laboratório de falsificação de bebidas alcoólicas em Sobradinho dos Melos, área rural do Distrito Federal, localizada a cerca de 30 km de Brasília, na noite desta sexta-feira (3).
A ocorrência teve início durante a Operação 5º Mandamento, em conjunto com a Vigilância Sanitária, em que os agentes fiscalizavam bares de Paranoá e Itapoã, localizadas na Região Administrativa do DF.
Em uma distribuidora de bebidas, fiscais da vigilância sanitária notaram adulteração no lacre das bebidas. Ao verificarem a nota fiscal da mercadoria, a equipe policial notou que o endereço do fornecedor ficava em Sobradinho dos Melos.
Os policiais foram até o local indicado na nota fiscal e constataram que lá funcionava um laboratório especializado para adulteração de bebidas destiladas, com capacidade para realizar várias etapas do processo de falsificação, como produção, envase, rotulagem e embalagem.
Diversas caixas de garrafas vazias, caixas com rótulos de bebidas alcoólicas, tampas, maquinário e produtos químicos para a falsificação de bebidas foram apreendidos. Entre as máquinas, havia uma prensa, que era usada para lacrar as bebidas adulteradas. Ela é fundamental pra que essas bebidas se passem por originais.
Prensa que lacrava as garrafas falsificadas
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No local, além da grande quantidade de bebidas alcoólicas adulteradas, a Polícia Militar apreendeu um bloco de notas com endereços de outras distribuidoras que supostamente compram bebidas adulteradas. A polícia informou que esse caderno vai ser importante para nortear as investigações daqui pra frente.
Um homem, identificado como caseiro do imóvel, foi detido e encaminhado à delegacia. Ele informou que o proprietário do local está no Ceará.
A ocorrência foi registrada como crime contra as relações de consumo. Ainda não há o número exato de garrafas apreendidas.
Desde quinta-feira (2), o rapper Hungria está internado no hospital DF Star, em Brasília, com sintomas compatíveis com intoxicação pro metanol.
Desde que chegou ao hospital, o rapper passou por sessões de hemodiálise e ingeriu etanol diluído em suco – ambos, tratamentos que tentam “desintoxicar” o corpo de Hungria, mesmo sem a confirmação laboratorial da ingestão de metanol.
Na sexta (3), a Polícia Civil do DF descartou a presença de metanol nas bebidas que Hungria comprou no DF. As investigações continuam.
Em entrevista à TV Globo nesta sexta-feira (3), o irmão do cantor, Leandro Hungria, informou que Hungria consumiu bebida alcoólica em São Paulo, onde realizou alguns shows no último final de semana.
Governo do DF fiscaliza distribuidoras de bebida
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