
Escaldado pelo histórico de tentativas de fuga de Jair Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou que o ex-presidente apresente explicações convincentes sobre o papel desempenhado por cada um dos profissionais que forem autorizados a entrar em sua residência, durante os próximos 90 dias que devem durar a sua prisão domiciliar.
Isso vale tanto para os agentes de segurança e motoristas que ele tem direito por ter ocupado a Presidência da República, como para qualquer um outro serviçal ou profissional que venha a ser autorizado a ingressar na casa, seja advogado, da área da saúde, político e outros.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por ter comandado uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado e abolir a democracia brasileira empregando violência extrema.
Desde que foi condenado, em novembro de 2025, ele passou 122 dias preso, sendo 54 dias na Superintendência da Polícia Federal (PF) e 68 dias na Papudinha, ambos locais em Brasília.
Antes disso, ele já havia pssado por prisão domiciliar e por uma prisão preventiva, por ter tentado fugir destruindo a tornozeleira eletrônica, que o monitorava.
